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| Maria Pérez, Antonella Palmisano e Brigita Virbalyte-Dimšiene. Fotos: FIDAL Colombo e Alfredas Pliadis. Montagem: O Marchador |
Passaram vários anos desde que em agosto de 2018 se realizaram na cidade alemã de Berlim os Campeonatos da Europa de Atletismo (2026 será a vez de Birmingham), evento este em que recentemente foi reformulada a classificação dos 20 km marcha femininos, por força do caso positivo de doping da checa Anežka Drahotová, que então obtivera a medalha de prata.
Numa prova vencida pela espanhola María Pérez, com a marca de 1:26:36, um novo recorde dos campeonatos, a italiana Antonella Palmisano passou para a segunda posição (1:27:30), entrando no terceiro lugar/pódio a lituana Brigita Virbalyte-Dimšiene (1:27:59), atleta que no passado dia 19 do corrente mês recebeu a merecida medalha por ocasião de cerimónia de premiação organizada pela federação do seu país em Vilnius.
A portuguesa Ana Cabecinha, então oitava classificada, ascende assim um lugar, passando a ser sétima.
A classificação completa e reformulada da prova pode ser consultada no «site» da European Athletics, aqui.
Sobre Drahotová, o período de suspensão decretado pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU, Athletics Integrity Unit) foi de 4 anos, já concluído no passado dia 18 de julho, tendo-lhe sido anulados todos os resultados obtidos desde 31/7/2018, entre outros, nos mundiais de Doha-2019 (19.ª) e nas Universíadas em Nápoles-2019 (foi bronze).
