quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Lemonov e Kagramanova vencem meia-maratona de marcha em Cheliabinsk, Rússia

A partida das provas da meia-maratona em Cheliabinsk e os
vencedores, Aleksey Lemonov e Reykhan Kagramanova.
Imagens: Federações de Atletismo da Rússia e da região
 de Cheliabinsk. Montagem: O Marchador.

Na versão moderna da Espartaquíada, evento em que o atletismo decorreu de 20 a 23 do corrente mês na cidade de Cheliabinsk, realizaram-se as provas de marcha na nova distância internacional da meia-maratona, o que terá acontecido pela primeira vez na Rússia, tendo como vencedores Aleksey Lemonov e Reykhan Kagramanova, ambos representantes da Mordóvia.

Numa partida conjunta masculina/feminina que às 9 horas abriu o programa do evento, nos masculinos, Aleksey Lemonov, de apenas 19 anos de idade, obteve uma destacada vitória com o bom registo de 1:24:01, depois de ter tido como principal opositor seu colega da equipa da Mordóvia, Sergey Kozhevnikov, que viria a ser desclassificado. Vasiliy Mizinov, de Cheliabinsk, foi o segundo classificado, com 1:27:01 depois de ter cumprido 2 minutos na zona de penalização por acumulação de faltas, e Sergey Shmyrov, atleta sub-23 da Mordóvia, o terceiro, com 1:28:52.

Nos femininos, a experiente Reykhan Kagramanova depressa assumiu o comando da prova e de forma isolada, completando vitoriosa em 1:39:09, marca aquém das expectativas para uma atleta que esta época obteve 42:38.03 aos 10.000 metros em Cheboksary. Teve no pódio a companhia de Kristina Lyubushkina, de Chelyabinsk, que registou 1:41:10, e a sub-23 Viktoriya Bikuzina, de Udmúrtia, com 1:41:40.

A organização primou pela presença de juízes internacionais de marcha, com a equipa a ser composta por Hans van der Knaap (IRWJ gold, Países Baixos), Alexander Terlyukevich (IRWJ bronze, Bielorrússia), Pavel Tkachenko (IRWJ bronze, Cazaquistão), Štefan Malík (IRWJ bronze, Eslováquia) e Pawandeep Kaur (IRWJ bronze, Índia).

Colaboração: Kristina Saltanovic.

Classificações (20/8)

Meia-maratona masculina
1.º, Aleksey Lemonov, 2006 (Mordovia), 1:24:01
2.º, Vasiliy Mizinov, 1997 (Cheliabinskaja), 1:27:01 p.z.
3.º, Sergey Shmyrov, 2005 (Mordovia), 1:28:52
4.º, Sergey Sharypov, 1992 (Mordovia), 1:29:21
5.º, Danila Martynov, 2004 (Mordovia), 1:30:49 p.z.
6.º, Artemiy Vershinin, 2003 (Mordovia), 1:38:16
Desclassificados: Sergey Kozhevnikov, 2001 (Mordovia) e Maksim Boyko, 2003 (Mordovia).

Meia-maratona feminina
1.ª, Reykhan Kagramanova, 1997 (Mordovia), 1:39:09
2.ª, Kristina Lyubushkina, 1995 (Cheliabinskaja), 1:41:10
3.ª, Viktoriya Bikuzina, 2005 (Udmurtskaja), 1:41:40
4.ª, Alena Kozhevnikova, 2008 (Mordovia), 1:42:53
5.ª, Irina Musikhina, 1988 (Udmurtskaja), 1:43:00
6.ª, Yekaterina Yarmulnik, 2003 (Cheliabinskaja), 1:45:52
7.ª, Arina Amineva, 2006 (Cheliabinskaja), 2:00:36
Desclassificada: Tatiana Afanasova, 2008 (Mordovia).

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Os Juízes de Marcha nos Campeonatos Europeus de Atletismo – Birmingham 2026

A equipa do ajuizamento da marcha em Birmingham.
Foto: EA/LOC Birmingham 2026. Montagem: O Marchador.

A 27.ª edição dos Campeonatos Europeus de Atletismo, realizada de 9 a 16 de agosto, em Birmingham, ficará registada na história da marcha atlética europeia por várias razões. Uma delas foi a estreia, no programa dos Campeonatos, das novas distâncias de meia-maratona e maratona, disputadas num circuito de estrada com um quilómetro de perímetro, instalado no centro da cidade.

Num único dia, as quatro provas de marcha tiveram início às 7h30 e reuniram 108 atletas, em representação de 19 países.

Mas, para além dos atletas e dos resultados, existe uma outra componente fundamental numa competição desta dimensão: o ajuizamento. É sobre o trabalho dos juízes especialistas de marcha que este artigo pretende lançar um olhar mais atento.

Uma equipa internacional de especialistas

Para assegurar a arbitragem das quatro competições, a European Athletics nomeou uma equipa internacional constituída por juízes especialistas de marcha dos níveis Gold e Silver da World Athletics: Mara Baleani (ITA), na qualidade de Juiz-Chefe; Martin Skarba (SVK); Guillermo Sandino (ESP); Jenni Lattinen (FIN); Miloslav Lapka (CZE); Petar Peev (BUL); e Kristina Saltanovic (LTU).

A Juiz-Chefe contou com Jane Pidgeon (GBR) como Assistente, enquanto Jerry Watson (GBR) ficou responsável pela coordenação da Zona de Penalização. A função de Secretário foi desempenhada por Steve Taylor (GBR).

Uma equipa internacional, experiente e especializada, cuja missão passa muitas vezes despercebida ao grande público, mas que assume uma importância decisiva para garantir o cumprimento das regras e a igualdade de condições entre todos os concorrentes.

A tecnologia ao serviço dos juízes

Birmingham trouxe também uma interessante demonstração da crescente utilização da tecnologia na arbitragem da marcha atlética.

Munidos de aparelhos eletrónicos, os juízes puderam transmitir de forma rápida as suas decisões, nomeadamente as advertências e as faltas assinaladas aos atletas. A informação das faltas surgia depois no enorme quadro eletrónico, permitindo o acompanhamento praticamente em tempo real das decisões dos juízes de marcha.

Um pormenor particularmente interessante era a colocação da bandeira correspondente ao país do atleta junto da respetiva indicação de falta, tornando a informação imediatamente identificável.

Mas o sistema não terminava no quadro eletrónico. As informações transmitidas pelos juízes eram igualmente encaminhadas para o computador, onde ficaram registados os dados necessários à elaboração da folha eletrónica da arbitragem.

Deste modo, todo o trabalho dos juízes especialistas ficou documentado de forma rápida, organizada e precisa, permitindo uma análise posterior muito mais detalhada das suas decisões.

O que dizem os números?

A análise das quatro provas permite também retirar algumas conclusões interessantes.

Foram registadas 69 notas de desclassificação (RC): 46 por suspensão (~) e 23 por flexão (<). As suspensões representaram, assim, 66,67% do total, enquanto as infrações por flexão corresponderam a 33,33%.

Mas há outro dado que merece especial destaque.

Dos 108 atletas participantes, 69 não registaram qualquer nota de desclassificação (RC), o equivalente a 63,89% do total. E se referirmos àqueles atletas que não lhes foram anotadas advertências (YP) ou faltas, o número continua a ser particularmente expressivo: 42.

Numa análise por países, e considerando o número de atletas que terminaram as provas com a chamada “folha limpa”, isto é, sem qualquer reparo por parte dos juízes (YP ou RC) a Espanha destacou-se claramente, com 8 atletas sem qualquer RC entre os 12 participantes. Seguiram-se a Itália, também com 5 atletas, num universo de 12 participantes e a Grécia, com 5 atletas em 10. A realização deste estudo deveu-se à análise das folhas de resultados, já que nas folhas dos juízes não estão assinalados os atletas que exibiram uma técnica irrepreensível aos olhos dos juízes.

Estes números permitem, assim, destacar o desempenho não apenas dos atletas, mas também das escolas nacionais de marcha e do trabalho desenvolvido na preparação técnica dos seus representantes.

Colaboração: José Ganso.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

WMAC Daegu 2026: 10 km masculinos M35+ (resultados)

Vários dos atletas nas 2 provas de 10 km masculinos em Daegu, em
 particular os vencedores absolutos, Oleksandr Zhukov (M60, dorsal 7126)
e Man Kit Chin (M35, ao centro no pódio). Fotos: Emmanuel Tardi,
Suresh Kumar, Man Kit Chin, Danragos Frolic, Μαρίνος Λύτρας
e arquivo O Marchador. Montagem: O Marchador.

Ainda no dia 22/8, o primeiro dia dos Campeonatos de Mundo de Atletismo Master em Daegu, na Coreia do Sul, tiveram lugar 2 séries masculinas de 10 km marcha em estrada (M60-85 e M35-55), com a participação total de 129 atletas de 34 países.

Na série dos mais idosos, cuja partida foi dada às 9h00, o domínio pertenceu aos atletas M60, com o ucraniano Oleksandr Zhukov, a obter o título mundial, com 52:49, seguido do espanhol Miguel Periáñez García, com 53:15, e do japonês Kenichi Omori, 53:35. No top10 entrou na 6.ª posição o vencedor M65, o polaco Leszek Behounek, com 57:54, e no top20 o mexicano José Luis Lopez Camarena, 1.º M75 que foi 12.º da geral, com 1:02:24. No escalão mais idoso, M85, a vitória coube ao canadiano Hervé Leblanc, com 1:26:59.

Na última série, a dos escalões mais jovens, com partida às 11h00, os três primeiros chegados em termos absolutos tiveram títulos em diferentes escalões. O mais rápido foi o hongueconguense M35 Man Kit Chin, com 47:24, seguido do espanhol M45 Juan Manuel Morales Del Castillo, que obteve 47:40, e do queniano M50 Eric Maugo Sikuku, que registou 49:35. No top10 da geral entrou o campeão M55, o polaco Tomasz Lipiec, com 51:10.

De entre os portugueses participantes, Amaro Teixeira obteve a medalha de bronze M35, com 51:55 (7.º na geral). Outra medalha de bronze, mas de âmbito coletivo (M35), foi obtida para Portugal através de Amaro Teixeira, João Rodrigues e José Piçarra, estes atletas M65 que abdicaram da classificação individual na prova anterior, sendo 41.º e 48.º classificados na geral (1:10:56 e 1:23:20).

Na contabilidade das 33 medalhas individuais entregues a atletas de 21 países, a Espanha e a Polónia obtiveram o maior número, cada qual com 4 (2 de ouro, 2 de prata). Honk Kong registou 3 (1 de ouro, 1 de prata e 1 de bronze).

Seguem-se agora as provas de 20 km masculinas e femininas, marcadas para o próximo sábado (29/8).

Eis os campeões mundiais masculinos dos 10 km marcha:

M35: Man Kit Chin, 1991 (HKG - Hong Kong), 47:24;
M40: Aitor Santafe, 1984 (ESP - Espanha), 51:58;
M45: Juan Manuel Morales Del Castillo, 1979 (ESP - Espanha), 47:40;
M50: Eric Maugo Sikuku, 1974 (KEN - Quénia), 49:35;
M55: Tomasz Lipiec, 1971 (POL - Polónia), 51:10;
M60: Oleksandr Zhukov, 1964 (UKR - Ucrânia), 52:49;
M60: Shih-Chieh Chang, 1966 (TPE - Taipé), 1:29:26;
M65: Leszek Behounek, 1959 (POL - Polónia), 57:54;
M70: Steve Allen, 1956 (GBR - Grã-Bretanha), 1:06:13;
M75: Jose Luis Lopez Camarena, 1949 (MEX - México), 1:02:24;
M80: John Mcmullin, 1946 (IRL - Irlanda), 1:15:17;
M85: Hervé Leblanc, 1939 (CAN - Canadá), 1:26:59.

Classificações individuais (22/8)

10 km masculinos M60+ (geral / faixa etária)
1.º, Oleksandr Zhukov, 1964 (UKR - Ucrânia), 52:49 - 1.º, M60
2.º, Miguel Periáñez García, 1962 (ESP - Espanha), 53:15 - 2.º, M60
3.º, Kenichi Omori, 1962 (JPN - Japão), 53:35 - 3.º, M60
4.º, Ignacio Valdemar Jimenez Solis, 1965 (AUS - Austrália), 54:29 - 4.º, M60
5.º, Rodrigo Moreno Munar, 1966 (COL - Colômbia), 57:03 - 5.º, M60
6.º, Leszek Behounek, 1959 (POL - Polónia), 57:54 - 1.º, M65
7.º, Remco De Bruin, 1964 (NED - Países Baixos), 58:29 - 6.º, M60
8.º, Thierry Florentin, 1965 (FRA - França), 59:44 - 7.º, M60
9.º, Luis Abadias Palacin, 1959 (ESP - Espanha), 1:00:22 - 2.º, M65
10.º, Wasantha Chandrasiri Perera Waliwattege, 1965 (SRI - Srilanka), 1:01:35 - 8.º, M60
11.º, Albert Leibold, 1957 (USA - E.U. América), 1:01:54 - 3.º, M65
12.º, Jose Luis Lopez Camarena, 1949 (MEX - México), 1:02:24 - 1.º, M75
13.º, Ian Richards, 1948 (GBR - Grã-Bretanha), 1:02:41 - 2.º, M75
14.º, Harold Dockins, 1960 (USA - E.U. América), 1:02:47 - 4.º, M65
15.º, Weizhong Ma, 1965 (CHN - China), 1:03:37 - 9.º, M60
16.º, Patrice Brochot, 1951 (FRA - França), 1:04:02 - 3.º, M75
17.º, Simon Evans, 1960 (AUS - Austrália), 1:04:23 - 5.º, M65
18.º, Kai Chung John Wong, 1961 (HKG - Hong Kong), 1:05:51 - 6.º, M65
19.º, Steve Allen, 1956 (GBR - Grã-Bretanha), 1:06:13 - 1.º, M70
20.º, Janusz Tarnawski, 1959 (CAN - Canadá), 1:06:59 - 7.º, M65
21.º, Colin John Heywood, 1954 (AUS - Austrália), 1:07:10 - 2.º, M70
22.º, Reinhard Langhammer, 1952 (GER - Alemanha), 1:08:39 - 3.º, M70
23.º, Subramaniam R, 1963 (SGP - Singapura), 1:08:54 - 10.º, M60
24.º, Andre Cornet, 1959 (FRA - França), 1:09:11 - 8.º, M65
25.º, Abel Llamas Zamorano, 1953 (MEX - México), 1:09:16 - 4.º, M70
26.º, Nadarajan Rengasamy, 1950 (SGP - Singapura), 1:09:21 - 4.º, M75
27.º, Lianfeng Xu, 1954 (CHN - China), 1:09:57 - 5.º, M70
28.º, Berislav Devčić, 1966 (CRO - Croácia), 1:10:01 - 11.º, M60
29.º, Marco Antonio Polo Scott, 1960 (MEX - México), 1:10:14 - 9.º, M65
30.º, De Xi Zhao, 1958 (CHN - China), 1:11:22 - 10.º, M65
31.º, Jiří Janoušek, 1951 (CZE - República Checa), 1:12:22 - 6.º, M70
32.º, Chung Lit Cheng, 1960 (HKG - Hong Kong), 1:12:57 - 11.º, M65
33.º, Tommy Aunan, 1959 (USA - E.U. América), 1:12:59 - 12.º, M65
34.º, Michael Harvey, 1962 (AUS - Austrália), 1:13:09 - 12.º, M60
35.º, Hak Ming Liu, 1959 (HKG - Hong Kong), 1:13:31 - 13.º, M65
36.º, Denis Laflamme, 1954 (CAN - Canadá), 1:13:43 - 7.º, M70
37.º, John Mcmullin, 1946 (IRL - Irlanda), 1:15:17 - 1.º, M80
38.º, Kang Nyoung Lee, 1948 (KOR - Coreia do Sul), 1:15:31 - 5.º, M75
39.º, Han Chung Low, 1950 (SGP - Singapura), 1:15:32 - 6.º, M75
40.º, Michael Blanchard, 1961 (USA - E.U. América), 1:16:00 - 14.º, M65
41.º, Masataka Nakajima, 1963 (JPN - Japão), 1:17:12 - 13.º, M60
42.º, Jonggil Kim, 1962 (KOR - Coreia do Sul), 1:20:04 - 14.º, M60
43.º, Johann Siegele, 1948 (AUT - Áustria), 1:20:06 - 7.º, M75
44.º, Ian Torode, 1956 (GBR - Grã-Bretanha), 1:20:36 - 8.º, M70
45.º, Ming-Chao Yeh, 1955 (TPE - Taipé), 1:22:03 - 9.º, M70
46.º, Rejean Bruneau, 1958 (CAN - Canadá), 1:25:07 - 15.º, M65
47.º, Hervé Leblanc, 1939 (CAN - Canadá), 1:26:59 - 1.º, M85
48.º, Christopher Pollard, 1958 (AUS - Austrália), 1:27:23 - 16.º, M65
49.º, Bill Purves, 1943 (HKG - Hong Kong), 1:31:46 - 2.º, M80
50.º, Jungwook Kim, 1953 (KOR - Coreia do Sul), 1:35:26 - 10.º, M70
51.º, Hans-Joachim Lauer, 1949 (GER - Alemanha), 1:36:16 - 8.º, M75
52.º, Otmar Seul, 1943 (GER - Alemanha), 1:48:22 - 3.º, M80
53.º, Pier Giorgio Andreotti, 1940 (ITA - Itália), 2:01:12 - 2.º, M85
Desistentes: Duckwha Jeung, 1962 (KOR - Coreia do Sul) - M60, Muhwan Kim, 1966 (KOR - Coreia do Sul) - M60, Seungtaek Lee, 1961 (KOR - Coreia do Sul) - M60, Myeon Yeop Jeon, 1961 (KOR - Coreia do Sul) - M65, Woon-Jin Jeong, 1959 (KOR - Coreia do Sul) - M65, Gyuchae Jung, 1960 (KOR - Coreia do Sul) - M65, Changjae Lee, 1957 (KOR - Coreia do Sul) - M65, Waldemar Malecki, 1958 (POL - Polónia) - M65, Donghui Cho, 1952 (KOR - Coreia do Sul) - M70, Jungdon Choi, 1951 (KOR - Coreia do Sul) - M70, Innam Kim, 1953 (KOR - Coreia do Sul) - M70, Yong Un Park, 1950 (KOR - Coreia do Sul) - M75, Jong Gun Kim, 1943 (KOR - Coreia do Sul) - M80, Moonkil Yi, 1945 (KOR - Coreia do Sul) - M80 e Tomio Higo, 1940 (JPN - Japão) - M85.
Desclassificados: Shigeru Okawara, 1964 (JPN - Japão) - M60, Yongli Wang, 1962 (CHN - China) - M60 e Sangjun Pak, 1942 (KOR - Coreia do Sul) - M80.
Desistente - WMA 3.2: Spencer Parrish, 1936 (USA - E.U. América) - M90.

10 km masculinos M35-55 (geral / faixa etária)
1.º, Man Kit Chin, 1991 (HKG - Hong Kong), 47:24 - 1.º, M35
2.º, Juan Manuel Morales Del Castillo, 1979 (ESP - Espanha), 47:40 - 1.º, M45
3.º, Eric Maugo Sikuku, 1974 (KEN - Quénia), 49:35 - 1.º, M50
4.º, Masafumi Kai, 1988 (JPN - Japão), 49:46 - 2.º, M35
5.º, Tomasz Lipiec, 1971 (POL - Polónia), 51:10 - 1.º, M55
6.º, Krzysztof Czerski, 1980 (POL - Polónia), 51:40 - 2.º, M45
7.º, Amaro Teixeira, 1989 (POR - Polónia), 51:55 - 3.º, M35
8.º, Marinos Lytras, 1980 (GRE - Grécia), 51:56 - 3.º, M45
9.º, Aitor Santafe, 1984 (ESP - Espanha), 51:58 - 1.º, M40
10.º, Sebastian Karpiński, 1981 (POL - Polónia), 52:51 - 2.º, M40
11.º, Long Cai, 1977 (CHN - China), 52:56 - 4.º, M45
12.º, Shota Hirahara, 1981 (JPN - Japão), 54:15 - 5.º, M45
13.º, Melvin Martinez Mercado, 1975 (PUR - Porto Rico), 54:16 - 2.º, M50
14.º, David Cristian Berdeja Villavicencio, 1981 (MEX - México), 54:27 - 6.º, M45
15.º, Chun Hung Tse, 1981 (HKG - Hong Kong), 54:47 - 3.º, M40
16.º, Biju Pudussery Sani, 1972 (IND - Índia), 55:40 - 3.º, M50
17.º, Victor Manuel Castro Mateo, 1980 (ESP - Espanha), 55:50 - 7.º, M45
18.º, Manuel Avice, 1980 (FRA - França), 56:00 - 8.º, M45
19.º, Grzegorz Grinholc, 1977 (POL - Polónia), 57:04 - 9.º, M45
20.º, Brian Munoz, 1973 (FRA - França), 57:52 - 4.º, M50
21.º, Orlando Herrera Vázquez, 1974 (MEX - México), 58:10 - 5.º, M50
22.º, Ritvars Lerme, 1975 (LAT - Letónia), 59:29 - 6.º, M50
23.º, Patrick Robin-Brosse, 1969 (FRA - França), 1:00:00 - 2.º, M55
24.º, David Cervello Español, 1977 (ESP - Espanha), 1:00:28 - 10.º, M45
25.º, David Durand-Pichard, 1972 (FRA - França), 1:01:17 - 7.º, M50
26.º, Jose Manuel Rodriguez Jimenez, 1975 (ESP - Espanha), 1:01:20 - 8.º, M50
27.º, Rubén Piñera Alvarez, 1975 (ESP - Espanha), 1:01:22 - 9.º, M50
28.º, Thomas Christensen, 1968 (DEN - Dinamarca), 1:02:02 - 3.º, M55
29.º, Mariano Herrera, 1973 (MEX - México), 1:02:45 - 10.º, M50
30.º, Dean Nipperess, 1971 (AUS - Austrália), 1:03:14 - 4.º, M55
31.º, Hiroshi Hashimoto, 1982 (JPN - Japão), 1:03:41 - 4.º, M40
32.º, Pascal Manzocco, 1969 (FRA - França), 1:04:18 - 5.º, M55
33.º, Kiyohiko Imai, 1971 (JPN - Japão), 1:04:21 - 6.º, M55
34.º, Wai Kin Kelvin Lau, 1975 (HKG - Hong Kong), 1:05:02 - 11.º, M50
35.º, Chien-Chih Chiu, 1971 (TPE - Taipé), 1:05:08 - 12.º, M50
36.º, Chi Wing Jason Fu, 1974 (HKG - Hong Kong), 1:05:20 - 13.º, M50
37.º, Suresh Kumar Goobinnaan, 1972 (MAS - Malásia), 1:05:40 - 14.º, M50
38.º, Johnny Lap Yin Tse, 1969 (HKG - Hong Kong), 1:06:13 - 7.º, M55
39.º, Bakhtiyar Kassenov, 1984 (KAZ - Cazaquistão), 1:07:33 - 5.º, M40
40.º, Mihail Larin, 1972 (CAN - Canadá), 1:10:49 - 15.º, M50
41.º, João Carlos Teixeira Rodrigues, 1959 (POR - Portugal), 1:10:56 - M65, sem clas.indiv. (eq.M35)
42.º, Wah Teng Han, 1973 (SGP - Singapura), 1:12:37 - 16.º, M50
43.º, Juan Antonio Pascual Capo, 1977 (ESP - Espanha), 1:13:22 - 11.º, M45
44.º, Greg Cross, 1973 (NZL - Nova Zelândia), 1:14:34 - 17.º, M50
45.º, Elangovan Sithiram Suppiah, 1955 (MAS - Malásia), 1:17:10 - M70, sem clas.indiv. (eq.M50)
46.º, Han-Chen Huang, 1974 (TPE - Taipé), 1:19:51 - 18.º, M50
47.º, Sungho Kim, 1982 (KOR - Coreia do Sul), 1:23:13 - 6.º, M40
48.º, José Piçarra, 1956 (POR - Portugal), 1:23:20 - M65, sem clas.indiv. (eq.M35)
49.º, Sukhraj Singh Dhillon, 1969 (MAS - Malásia), 1:24:12 - 8.º, M55
50.º, Youngchan Lee, 1989 (KOR - Coreia do Sul), 1:28:02 - 4.º, M35
51.º, Shih-Chieh Chang, 1966 (TPE - Taipé), 1:29:26 - 1.º, M60
52.º, Cheuk Yin Tang, 1987 (HKG - Hong Kong), 1:33:00 - 5.º, M35
53.º, Taeug Lim, 1974 (KOR - Coreia do Sul), 1:33:02 - 19.º, M50
54.º, Hiroshi Nagai, 1972 (JPN - Japão), 1:34:02 - 20.º, M50
55.º, Emmanuel Tardi, 1967 (FRA - França), 1:34:43 - 9.º, M55
Desistente: Franz Kropik, 1968 (AUT - Áustria) - M55.
Desclassificado: Chaoba Singh Langpoklakpam, 1973 (IND - Índia) - M50.

domingo, 23 de agosto de 2026

WMAC Daegu 2026: 10 km femininos W35+ (resultados)

Nos 10 km femininos em Daegu, a frente da prova com Diane Guignard
 (W35) e Vanessa Denisselle (W40), e várias outras participantes.
Fotos: Emmanuel Tardi. Montagem: O Marchador.

No primeiro dia (22/8) dos Campeonatos de Mundo de Atletismo Master que decorrem em Daegu, na Coreia do Sul, disputaram-se as provas de marcha sobre 10 km em estrada, com a partida feminina a abrir a jornada pelas 7h00 da manhã, englobando 88 atletas, de 26 países, dos escalões etários W35-80.

A chegada à meta em termos absolutos foi protagonizada pela francesa W40 Vanessa Denisselle e pela suíça W35 Diane Guignard, as primeira e segunda classificadas e campeãs nas respetivas faixas etárias, ambas com o mesmo registo cronométrico de 51:33. A terceira posição pertenceu à cazaque W35 Galina Yakusheva, com 55:23. No top 10 entrou na 6.ª posição a chinesa W65 Jingjle Pan, ainda abaixo da 1 hora de prova (59:49).

Referência ainda para a vencedora no escalão mais idoso, W80, a neozelandesa Jacqueline Wilson (47.ª na geral, 1:12:51), e para as participantes portuguesas, Ana Macedo (26.ª na geral e 5.ª W50, 1:08:04) e Helena Rodrigues (67.ª na geral e 15.ª W65, 1:22:41).

No quadro das 29 medalhas individuais conquistadas por atletas de 16 países, destaque-se o maior número conseguido pela França, com 6 (2 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze).

Sagraram-se campeãs do mundo nas diferentes categorias as seguintes atletas:

W35: Diane Guignard, 1988 (SUI - Suíça), 51:33;
W40: Vanessa Denisselle, 1984 (FRA - França), 51:33;
W45: Lorraine Ambrosino, 1981 (USA - E.U. América), 1:05:50;
W50: Karla Snyder, 1973 (USA - E.U. América), 58:20;
W55: Valérie Boban, 1968 (FRA - França), 1:00:02;
W60: Sigute Brönnecke, 1965 (GER - Alemanha), 1:01:57;
W65: Jingjle Pan, 1958 (CHN - China), 59:49;
W70: Johanna Flipsen, 1955 (CAN - Canadá), 1:04:18;
W75: Winnie Koekemoer, 1950 (RSA - África do Sul), 1:12:04;
W80: Jacqueline Wilson, 1946 (NZL - Nova Zelândia), 1:12:51.

Classificações individuais (22/8)

10 km femininos W35+ (geral / faixa etária)
1.ª, Vanessa Denisselle, 1984 (FRA - França), 51:33 - 1.ª, W40
2.ª, Diane Guignard, 1988 (SUI - Suíça), 51:33 - 1.ª, W35
3.ª, Galina Yakusheva, 1988 (KAZ - Cazaquistão), 55:23 - 2.ª, W35
4.ª, Luna Wong, 1989 (HKG - Hong Kong), 57:02 - 3.ª, W35
5.ª, Karla Snyder, 1973 (USA - E.U. América), 58:20 - 1.ª, W50
6.ª, Jingjle Pan, 1958 (CHN - China), 59:49 - 1.ª, W65
7.ª, Valérie Boban, 1968 (FRA - França), 1:00:02 - 1.ª, W55
8.ª, Sigute Brönnecke, 1965 (GER - Alemanha), 1:01:57 - 1.ª, W60
9.ª, Anne Weekes, 1962 (AUS - Austrália), 1:02:58 - 2.ª, W60
10.ª, Nevenka Frahans Guerra, 1990 (MEX - México), 1:03:01 - 4.ª, W35
11.ª, Laurence Sina, 1969 (FRA - França), 1:03:02 - 2.ª, W55
12.ª, Catherine Florentin, 1967 (FRA - França), 1:03:26 - 3.ª, W55
13.ª, Iwona Grinholc, 1975 (POL - Polónia), 1:03:29 - 2.ª, W50
14.ª, Lenka Borovičková, 1973 (CZE - República Checa), 1:03:37 - 3.ª, W50
15.ª, Oi Yan Keung, 1989 (HKG - Hong Kong), 1:03:42 - 5.ª, W35
16.ª, Johanna Flipsen, 1955 (CAN - Canadá), 1:04:18 - 1.ª, W70
17.ª, Ma. Del Carmen Lupercio Luevano, 1972 (MEX - México), 1:05:04 - 4.ª, W50
18.ª, Janine Vignat, 1955 (FRA - França), 1:05:31 - 2.ª, W70
19.ª, Lorraine Ambrosino, 1981 (USA - E.U. América), 1:05:50 - 1.ª, W45
20.ª, Vanessa Johnson, 1986 (CAN - Canadá), 1:05:52 - 2.ª, W40
21.ª, Line Falcon, 1964 (CAN - Canadá), 1:06:21 - 3.ª, W60
22.ª, Susan Brooke, 1965 (CAN - Canadá), 1:06:35 - 4.ª, W60
23.ª, Sau Han Lau, 1968 (HKG - Hong Kong), 1:07:00 - 4.ª, W55
24.ª, Suk Lan Lam, 1963 (HKG - Hong Kong), 1:07:06 - 5.ª, W60
25.ª, Maria Del Carmen Garcia Frontons, 1960 (ESP - Espanha), 1:07:15 - 2.ª, W65
26.ª, Ana Macedo, 1972 (POR - Portugal), 1:08:04 - 5.ª, W50
27.ª, Wai Ha Suen, 1959 (HKG - Hong Kong), 1:08:52 - 3.ª, W65
28.ª, Lenka Slabáková, 1966 (CZE - República Checa), 1:09:17 - 6.ª, W60
29.ª, Debra Bridges, 1966 (USA - E.U. América), 1:09:23 - 7.ª, W60
30.ª, Irina Birjukova, 1983 (LAT - Letónia), 1:09:25 - 3.ª, W40
31.ª, Milexsis Sepulveda Rodriguez, 1983 (PUR - Porto Rico), 1:09:30 - 4.ª, W40
32.ª, Maria Del Rosario Cervantes Mendez, 1960 (MEX - México), 1:09:49 - 4.ª, W65
33.ª, Kim Lachance, 1984 (CAN - Canadá), 1:10:04 - 5.ª, W40
34.ª, Ma Esther Arredondo Velazquez, 1965 (MEX - México), 1:10:06 - 8.ª, W60
35.ª, Samira Sanchez Aleman, 1973 (PUR - Porto Rico), 1:10:24 - 6.ª, W50
36.ª, Therese Cornet, 1958 (FRA - França), 1:10:29 - 5.ª, W65
37.ª, Siu Yin Kwan, 1957 (HKG - Hong Kong), 1:10:37 - 6.ª, W65
38.ª, Maria Engracia Calleros Ramos, 1960 (MEX - México), 1:10:46 - 7.ª, W65
39.ª, Isabel Ruiz-Ayucar Seifert, 1964 (ESP - Espanha), 1:10:53 - 9.ª, W60
40.ª, Sau King Irene Tai, 1960 (HKG - Hong Kong), 1:11:17 - 8.ª, W65
41.ª, Gudrun Klose, 1966 (GER - Alemanha), 1:11:18 - 10.ª, W60
42.ª, Katarzyna Kępińska, 1979 (POL - Polónia), 1:11:41 - 2.ª, W45
43.ª, Małgorzata Behounek, 1961 (POL - Polónia), 1:12:00 - 11.ª, W60
44.ª, Winnie Koekemoer, 1950 (RSA - África do Sul), 1:12:04 - 1.ª, W75
45.ª, Elenir Oliveira Dos Santos, 1970 (ESP - Espanha), 1:12:16 - 5.ª, W55
46.ª, Maria Jose Briz, 1951 (ESP - Espanha), 1:12:41 - 2.ª, W75
47.ª, Jacqueline Wilson, 1946 (NZL - Nova Zelândia), 1:12:51 - 1.ª, W80
48.ª, Kam Har Choi, 1951 (HKG - Hong Kong), 1:13:02 - 3.ª, W75
49.ª, Haseena Aliyambath, 1974 (IND - Índia), 1:13:06 - 7.ª, W50
50.ª, Miyuki Masuoka, 1963 (JPN - Japão), 1:13:15 - 12.ª, W60
51.ª, Edith Brochot, 1952 (FRA - França), 1:13:26 - 3.ª, W70
52.ª, Carol Wilkinson, 1949 (USA - E.U. América), 1:13:31 - 4.ª, W75
53.ª, Elsa Meyer, 1946 (RSA - África do Sul), 1:13:57 - 2.ª, W80
54.ª, Anne-Marie Joanisse, 1975 (CAN - Canadá), 1:14:01 - 8.ª, W50
55.ª, Ma. Concepcion Vazquez, 1959 (MEX - México), 1:14:47 - 9.ª, W65
56.ª, Yolanda Esparza Cornejo, 1962 (MEX - México), 1:15:15 - 13.ª, W60
57.ª, Marcia Rasmussen, 1959 (USA - E.U. América), 1:17:02 - 10.ª, W65
58.ª, Mei Yi Cheung, 1967 (HKG - Hong Kong), 1:17:13 - 6.ª, W55
59.ª, Claudine Anxionnat, 1951 (FRA - França), 1:18:42 - 5.ª, W75
60.ª, Rosmary Pelaez Cardona, 1956 (COL - Colômbia), 1:19:04 - 11.ª, W65
61.ª, Cecilia Del Rosario Venegas Rodriguez, 1964 (MEX - México), 1:19:14 - 14.ª, W60
62.ª, Rosaria Dicesare, 1958 (ITA - Itália), 1:19:38 - 12.ª, W65
63.ª, Mei Yung Lai, 1956 (HKG - Hong Kong), 1:20:30 - 13.ª, W65
64.ª, Siu Yin Tse, 1963 (HKG - Hong Kong), 1:20:31 - 15.ª, W60
65.ª, María Mayola Escareño Guzmán, 1956 (MEX - México), 1:20:56 - 14.ª, W65
66.ª, Annie Cormier, 1972 (CAN - Canadá), 1:22:23 - 9.ª, W50
67.ª, Helena Maria Rodrigues, 1960 (POR - Portugal), 1:22:41 - 15.ª, W65
68.ª, Margarita Gallegos González, 1950 (MEX - México), 1:23:25 - 6.ª, W75
69.ª, Hatsue Matsumoto, 1942 (JPN - Japão), 1:23:27 - 3.ª, W80
70.ª, Lissa Oi Lin Chang, 1955 (SGP - Singapura), 1:25:12 - 4.ª, W70
71.ª, Simonne Poulin, 1945 (CAN - Canadá), 1:27:55 - 4.ª, W80
72.ª, Mireya Rocha Hernández, 1976 (MEX - México), 1:30:55 - 10.ª, W50
73.ª, Fung Ling Lau, 1948 (HKG - Hong Kong), 1:33:07 - 7.ª, W75
Desistentes: Melissa Lewis, 1987 (AUS - Austrália) - W35, Eunjeong Lee, 1985 (KOR - Coreia do Sul) - W40, Youngmi Choi, 1981 (KOR - Coreia do Sul) - W45, Sohee Kim, 1976 (KOR - Coreia do Sul) - W45, Soyoung Kim, 1979 (KOR - Coreia do Sul) - W45, Hyenju Kim, 1970 (KOR - Coreia do Sul) - W55, Hyun Sook Choi, 1964 (KOR - Coreia do Sul) - W60, Sun Ja Lee, 1964 (KOR - Coreia do Sul) - W60, Rute Velnecker, 1964 (BRA - Brasil) - W60, Yongja Jeon, 1960 (KOR - Coreia do Sul) - W65, Hyekyung Kim, 1960 (KOR - Coreia do Sul) - W65, Ip Ming Cheng, 1955 (HKG - Hong Kong) - W70 e Jae Hwa Lee, 1956 (KOR - Coreia do Sul) - W70.
Desclassificadas: Ran Suk Baek, 1971 (KOR - Coreia do Sul) - W55 e Ma. Carmencita Obmina-Muaña, 1965 (PHI - Filipinas) - W60.

sábado, 22 de agosto de 2026

Os 20.000 m marcha nos Jogos da Malásia (Sukma) – Selangor 2026 (resultados)

Khor Jing Hong e Tan Li Ren, os vencedores dos 20.000 metros
 em Selangor. Imagens: Olahraga Malaysia / Malaysia Athletics
e IG TV Sarawak. Montagem: O Marchador.

Na continuação dos Jogos da Malásia em Selangor (também designados por Jogos Sukma), com o atletismo a ter lugar no período de 16 a 20/8, depois dos 10.000 metros marcha (ver peça de O Marchador, aqui) seguiu-se a prova de 20.000 metros marcha também em pista para femininos e masculinos.

Nos femininos, prova disputada no dia 18 com a participação de 11 atletas, foi Tan Li Ren, de Melaka, terceira classificada 2 dias antes nos 10.000 metros, quem agora se impos para vencer com a marca de 1:59:41.45, um novo recorde do evento (antes, 2:05:47.02 de Yee Zhi Xin, de N.Sembilan, em Sarawak-2024). Kaarthiyani A/P Parameswaran, de Wilayah Persekutuan, e Afiqah Hana Binti Ahmad, de N. Sembilan, conquistaram os restantes lugares do pódio, com 2:01:40.80 e 2:03:10.19 respetivamente.

Nos masculinos, que abriram o último dia do atletismo no evento (20/8), Khor Jing Hong, de Wilayah Persekutuan, terceiro na prova de menor distância, saiu agora vitorioso com 1:36:32.02, ele que detém o recorde do evento (1:34:38.00) desde a edição de Sarawak-2024, que venceu. As segunda e terceira posições foram ocupadas por Ahmad Farish Irfan Bin Ahmad Fa, de Kelantan, com 1:36:57.50, repetindo o lugar obtido nos 10.000 metros, e por Sriven Tan, de Pulau Pinang, com 1:38:52.23. Participaram 11 atletas.

De notar que os vencedores dos 10.000 metros, Hui Ying, nos femininos, e Aiman Haikal, nos masculinos, não concluíram as suas provas de 20.000 metros, ela desistiu e ele foi desclassificado por acumulação de faltas.

Classificações

20.000 m femininos (18/8)
1.ª, Tan Li Ren (Melaka), 1:59:41.45
2.ª, Kaarthiyani A/P Parameswaran (W. Persekutuan), 2:01:40.80
3.ª, 'Afiqah Hana Binti Ahmad (N. Sembilan), 2:03:10.19
4.ª, Kaviya Ann A/P Morgan (Perak), 2:08:41.56
5.ª, Fatin Nur Amylia Binti Bahadur (Perlis), 2:14:28.57
6.ª, Yee Zhi Xin (N. Sembilan), 2:17:10.48
7.ª, Kishaalini A/P Morgan (Perak), 2:30:26.49
Desistentes: Nur Damea Balqisya Binti Mohamm (Kedah), Putri Ayunni Binti Mohd Pisol (Pulau Pinang) e Kok Hui Ying (W. Persekutuan).
Desclassificada: Putri Yasmin Binti Mohd Pisol (Pulau Pinang).

20.000 m masculinos (20/8)
1.º, Khor Jing Hong (W. Persekutuan), 1:36:32.02
2.º, Ahmad Farish Irfan Bin Ahmad Fa (Kelantan), 1:36:57.50
3.º, Sriven Tan (Pulau Pinang), 1:38:52.23
4.º, Muhammad Fahim Haziq Bin Mohd H (W. Persekutuan), 1:42:29.05
5.º, Kogilan A/L Ramesh (Perak), 1:48:16.61
6.º, Manvikash Singh A/L Jasminder S (N. Sembilan), 1:52:53.46
7.º, Ng Hong Yuin (Selangor), 1:57:15.76
Desistentes: Muhammad Ammar Bin M.Rafi (Kedah) e Darvin A/L Pushpa Naidu (Perak).
Desclassificados: Mohammad Aiman Haikal Bin Sahru (Pulau Pinang) e Tan Yi Xuen (Selangor).

WMAC Daegu 2026, de hoje até 3 de setembro

Imagens: LOC EMAC Daegu 2026. Montagem: O Marchador.

Sucedendo a Gotemburgo-2024 e pela primeira vez na Ásia, iniciou-se já nas primeiras horas da manhã do dia de hoje (22/8) em Daegu, na Coreia do Sul, a 27.ª edição dos Campeonatos de Mundo de Atletismo Master, um evento que se prolonga por 12 dias (até 3/9) e que tem a expressiva participação de cerca de 7500 atletas, de 35 anos ou mais de idade, oriundos de 106 países.

Como não poderia deixar de ser, a disciplina da marcha atlética está contemplada no programa de provas nas distâncias dos 5.000 m em pista (Estádio 3, Gyeongsan Civic), 10 km e 20 km em estrada (circuito de 2 km na Misulgwan-ro), para as quais se inscreveram 393 atletas (255 masculinos e 158 femininos) de 51 países.

A maior delegação na marcha é do país organizador, a Coreia do Sul, com 101 atletas inscritos, seguida bem à distância por Hong Kong, com 30 atletas, e pelo México, com 26 atletas. Os Estados Unidos da América e o Japão apresentam 20 atletas cada.

Esperando-se condições climatéricas bem desfavoráveis para as provas de longas distâncias, sobretudo pela temperatura (mais de 30 graus Celsius) e humidade, o programa horário (horas locais) da marcha é o seguinte:

22 de agosto (sábado) – 10 km marcha
7h00: W35+; 9h00: M60+; 11h00: M35-55.

29 de agosto (sábado) – 20 km marcha
7h00: M35+; 7h35: W35+.

1 de setembro (terça-feira): 5.000 m marcha
8h00: W75+; 8h50: W65-70; 9h30: W60; 10h10: W55; 10h50: W50; 11h30: W35-45.

2 de setembro (quarta-feira): 5.000 m marcha
8h00: M75+; 9h00: M65-70; 10h00: M60; 16h00: M35-40; 16h40: M45; 17h25: M50; 18h15: M55.

Por curiosidade, Portugal tem 5 atletas inscritos (Amaro Teixeira, M35; Ana Macedo, W50; José Piçarra, M65, João Rodrigues, M65, Helena Rodrigues, W65) contra 7 na edição de 2024, notando-se a ausência de Maria Orlete Mendes, a campeã W70 em título nas 3 provas do programa.

O «site» do evento está disponível aqui.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Birmingham e a salganhada da marcha atlética: como o atletismo está a autodestruir-se

Imagens: OA Sport e Lapresse. Montagem: O Marchador.

Com a devida vénia ao autor e a AO Sport, publica-se de seguida uma versão portuguesa da reflexão de Giulio Chinappi sobre os recentes Campeonatos da Europa de Atletismo de Birmingham, no que se refere sobretudo à marcha atlética, mas também a outros aspectos desse grande encontro bienal do atletismo europeu. O texto original (em italiano) foi publicado esta quinta-feira, 20 de Agosto, e pode ser consultado aqui:

Depois de ter eliminado as distâncias históricas e a identidade da marcha atlética, o atletismo europeu atingiu em Birmingham o seu ponto mais baixo: quatro provas simultâneas, dobragens, pontos de abastecimento congestionados e um espetáculo incompreensível. Ao mesmo tempo, na pista, regulamentos diferentes e privilégios baseados no «ranking» completam o quadro.

Há disciplinas que precisam de ser relançadas e outras que estão a ser destruídas de forma progressiva precisamente por aqueles que afirmam querer relançá-las. A marcha pertence à segunda categoria. Após anos de decisões questionáveis, mudanças de distâncias, supressão de tradições, tentativas de perseguir uma pretensa modernidade e contínuas experiências regulamentares, os Campeonatos Europeus de Birmingham ofereceram-nos o desfecho quase inevitável: uma enorme «salganhada» em que quatro provas são disputadas em simultâneo, homens e mulheres sobrepostos, «maratonistas» e especialistas na distância mais curta a cruzar-se, dobragens a multiplicar-se – e até acompanhar a luta pelas medalhas se torna um exercício para entendidos.

Era difícil imaginar melhor maneira de desvalorizar ainda mais uma modalidade já duramente afetada pelas decisões dos últimos anos. A marcha tinha a sua própria identidade, não precisava de pedi-la emprestada a ninguém. Os 20 km e, sobretudo, os lendários 50 km não eram simplesmente números: representavam décadas de história, campeões, recordes cronométricos, escolas nacionais, confrontos entre gerações. A prova de 50 km, em particular, era a mais exigente não só do atletismo mas provavelmente de todo o programa olímpico, uma prova extrema que exigia preparação específica, resistência física e mental, competência tática e uma gestão do esforço completamente diferente da das distâncias mais curtas.

No entanto, sem qualquer explicação racional, a World Athletics decidiu pôr-lhe fim. Primeiro surgiu a prova de 35 km, apresentada como solução moderna e mais adequada às novas necessidades (de quem?). Uma distância sem verdadeira tradição, introduzida em substituição de outra que tinha uma tradição enorme. Chegado o seu momento, a prova de 35 km mal teve tempo de existir antes de os mesmos dirigentes que a tinham imposto decidirem cancelá-la também. Para 2026 em diante, a marcha atlética internacional adoptou as distâncias de 21,0975 km e 42,195 km: meia-maratona e maratona de marcha.

As próprias designações já dizem muito sobre a confusão cultural que reina nas altas esferas do atletismo. A maratona, de facto, não é uma unidade de medida genérica equivalente a 42 quilómetros e 195 metros. É uma prova com a sua própria tradição, a sua própria mitologia, uma história cujas raízes se encontram primeiro na Grécia Antiga e depois nas origens dos Jogos Olímpicos modernos e que transformou essa distância aparentemente irracional, adoptada em Londres em 1908, num dos símbolos universais do desporto. O mesmo se aplica à meia-maratona, que se tornou, ao longo do tempo, uma especialidade autónoma da corrida de estrada. A marcha, por seu lado, tinha outras distâncias e outra história.

Chamar «maratona de marcha» a uma prova de 42,195 km significa confundir duas identidades diferentes, numa tentativa infantil de tornar a marcha mais reconhecível através do prestígio de outra disciplina. Com o objetivo declarado de promover uma modalidade, decide-se, portanto, apagar progressivamente as suas referências históricas, adoptando nomes e distâncias pertencentes a outra. O resultado não é uma maior compreensão, mas sim uma maior confusão. Durante décadas, bastava dizer «maratona» e todos sabiam de que prova se estava a falar. Bastava dizer «20 km» ou «50 km» e a referência era igualmente imediata. Hoje, é preciso distinguir entre maratona de corrida e maratona de marcha, entre meia-maratona e meia-maratona de marcha. Uma reforma que pretendia tornar a disciplina mais acessível ao público conseguiu a extraordinária proeza de tornar necessário um esclarecimento linguístico que antes não era necessário.

Birmingham levou ao extremo esta lógica de desvalorização da marcha atlética. As quatro provas de marcha, masculinas e femininas, nas duas distâncias, foram concentradas no mesmo momento e no mesmo circuito exíguo, com apenas um quilómetro de extensão. O resultado na transmissão televisiva foi desastroso: atletas que disputam provas diferentes cruzam-se continuamente; homens e mulheres das distâncias longa e curta percorrem os mesmos troços, mas pertencem a quatro classificações diferentes; as ultrapassagens tornam-se incessantes; uma ultrapassagem pode ser um ataque decisivo para uma medalha ou simplesmente a ultrapassagem de um atleta que está a disputar outra prova e se encontra numa fase diferente da sua própria prova.

O espectador, portanto, não pode confiar no que vê: tem de consultar constantemente os gráficos, o cronómetro, o número de voltas, a cor do dorsal e a distância. Se possível, deve ficar atento à cronometragem em direto «on-line» para perceber mais qualquer coisa. Por outras palavras, tem primeiro de decifrar a competição e só depois é que pode tentar acompanhá-la. Tinha-se dito que este formato aumentaria a visibilidade da marcha: na realidade, quatro provas simultâneas não geram quatro vezes mais atenção, mas sim uma fragmentação da atenção em que nenhuma das quatro competições recebe o espaço que mereceria.

Também do ponto de vista técnico surgem consequências que não deveriam existir numa prova de tão alto prestígio. Os próprios atletas, desde o momento em que foi anunciado o programa absurdo, alertaram para o risco de congestionamentos nos pontos de abastecimento: quando concorrentes de quatro provas diferentes chegam ao mesmo troço, têm de deslocar-se lateralmente, localizar o seu ponto de abastecimento, abrandar e retomar o ritmo. As trajetórias cruzam-se, os grupos sobrepõem-se, homens e mulheres de provas diferentes podem encontrar-se no mesmo espaço precisamente no momento em que a ação se torna menos linear. Um atleta pode, assim, ser perturbado não por um adversário direto, mas por alguém que está a disputar outra competição. É difícil imaginar uma demonstração mais evidente de como a lógica desportiva foi sacrificada em nome da compressão do programa.

A tudo isto acresce a impossibilidade da «dobradinha». No passado, um especialista capaz de destacar-se nas duas distâncias podia tentar conquistar duas medalhas, ou mesmo dois ouros, feito que, nas distâncias tradicionais, só foi alcançado pelo lendário polaco Robert Korzeniowski, nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000. Hoje, com as provas a decorrerem em simultâneo, essa possibilidade é eliminada não por uma limitação técnica mas simplesmente por uma escolha de calendário, devido à qual um feito desportivo potencialmente memorável se torna materialmente impossível. Também neste caso, enquanto se proclama a vontade de criar novos motivos de interesse, elimina-se possíveis histórias para contar.

A marcha tornou-se assim o laboratório onde o atletismo internacional experimentou uma das suas piores tendências: alterar continuamente o que já funcionava, na convicção de que qualquer mudança equivale a modernização. A prova de 50 km era demasiado longa? Fora com a prova de 50 km! A prova de 35 km, recém-criada, não convence? Fora também com a prova de 35 km! A prova de 20 km tem uma história consolidada? Transformemo-la numa meia-maratona! As provas precisam de maior visibilidade? Realizemo-las todas em conjunto! Cada suposto problema é tratado criando um problema ainda pior.

Birmingham, no entanto, demonstra que a questão não se limita à marcha. Mesmo nas provas em pista, o público vê-se confrontado com uma proliferação de sistemas de qualificação diferentes que parece terem sido concebidos sem uma filosofia comum: nos 1500 metros e nos 3000 metros obstáculos, a qualificação é feita por classificação, sem repescagens por tempo; nos 800 metros, por outro lado, combina-se a classificação e os melhores tempos; nas provas de velocidade até aos 400 metros, surge, por sua vez, o controverso «bye» para os doze primeiros da tabela de qualificação. No que diz respeito a estas últimas provas, além disso, os doze privilegiados que acedem directamente às meias-finais não são necessariamente os doze atletas que tiverem registado os melhores tempos da época. Um atleta pode, portanto, ficar fora dos doze primeiros, mesmo estando em melhor forma, ou mesmo tendo obtido recentemente desempenhos cronométricos superiores aos de alguém que beneficie da isenção.

A distorção torna-se especialmente grave nos 400 metros, a chamada «volta da morte». Se, de facto, poupar uma eliminatória nos 100 metros significa evitar uma prova de poucos segundos, disputar menos 400 metros significa evitar um esforço de altíssima intensidade que pode deixar consequências importantes nas horas seguintes e no dia seguinte. Entre o 12.º e o 13.º atleta da classificação pode haver uma diferença mínima, mas um chega às meias-finais sem ter corrido a ronda anterior, enquanto o outro tem de enfrentá-la com mais 400 metros nas pernas. O atletismo era um dos desportos mais simples de compreender. Quem corre mais depressa ganha. Quem salta mais alto ou mais longe ganha. Quem lança mais longe ganha. Nas eliminatórias, os primeiros passam e, por vezes, os melhores tempos são repescados. Era precisamente esta simplicidade um dos seus mais importantes pontos fortes. Hoje, parece haver uma vontade quase sistemática de complicá-lo.

Birmingham representa o ponto culminante desta deriva, pois concentra no mesmo campeonato todos os defeitos acumulados nos últimos anos: o fim das tradições, designações artificiais, competições sobrepostas, privilégios baseados no «ranking», sistemas de qualificação diferentes e dificuldades crescentes para o público compreender o que está a acontecer. Mas, reiteramos, nenhuma disciplina foi tão maltratada como a marcha atlética.

A salganhada de Birmingham não é, portanto, um incidente organizacional isolado. É o resultado final de uma concepção segundo a qual a história do desporto é um obstáculo, as modalidades têm de ser continuamente reinventadas e o público pode ser conquistado multiplicando artifícios, em vez de se oferecer competições claras, reconhecíveis e respeitadoras da própria tradição. Quem hoje dirige o atletismo continua a falar de inovação, visibilidade e modernização, mas os resultados mostram o contrário: estas novas fórmulas não só não atraem novo público como acabam por desanimar até mesmo quem sempre acompanhou todas as provas dos campeonatos da Europa, dos mundiais e dos Jogos Olímpicos, mesmo quando disputadas a altas horas da noite.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Campeonatos de Atletismo da Finlândia, 16-17 anos – Hyvinkää 2026 (resultados)

Em Hyvinkaa, Yrjana Renvall, Ella Ikaheimonen (17 anos) e a equipa
de juízes de marcha. Imagens: YouTube Hyvinkaan Seudun Urheilijat.
Joni Jantti/IRA-SAVO. fb Eira Ruonavaara e IG Hyvinkaan Kaupunki.
Montagem: O Marchador.

O Complexo Desportivo de Hyvinkää, cidade finlandesa na região de Uusimaa, situada a 50 km da capital Helsínquia, recebeu os Campeonatos Nacionais de Atletismo (7 a 9/8) para jovens de 16 e 17 anos de idade, com as provas de marcha sobre 3.000 metros a integrarem ao final da manhã o programa do segundo dia do evento.

Os principais destaques vão para os vencedores da faixa etária de 17 anos, nos masculinos, Yrjänä Renvall, atleta que representa o Espoon Tapiot e que obteve 13:32.58, marca próxima do seu recorde pessoal (13:29.51 em Mustasaari, 20/2), e nos femininos, Ella Ikäheimonen, do Lappeenrannan Urheilu-Miehet, a registar um novo recorde pessoal de 14:51.57 (antes, 15:03.16 em Turku/2025).

No que diz respeito à faixa etária dos 16 anos, os vencedores de ambos os géneros obtiveram marcas semelhantes, mas em provas separadas. Nos masculinos, Tuomas Järvinen, do Lapuan Virkiä, foi cronometrado em 15:12.23, enquanto nos femininos Peppi Haaparanta, do Espoon Tapiot, cortou a meta em 15:12.67.

De notar que Yrjänä Renvall, Ella Ikäheimonen e Peppi Haaparanta representaram a Finlândia nos recentes Campeonatos da Europa sub-18 em Rieti.

A equipa de juízes de marcha que atuou em Hyvinkää foi composta pelos seguintes elementos (pela ordem apresentada na foto): Jenni Lahtinen (WA Silver), Eira Ruonavaara (WA Silver), Hannu Niemelä (WA Bronze), Markku Ruonavaara (WA Silver), Kimmo Kemppainen e Kari Lahtinen (Juiz-Chefe).

Classificações (8/8)

3.000 m masculinos - 17 anos
1.º, Yrjänä Renvall, 2009 (Espoon Tapiot), 13:32.58
2.º, Rasmus Helasuo, 2009 (Vantaan Salamat), 17:09.55

3.000 m femininos - 17 anos
1.ª, Ella Ikäheimonen, 2009 (Lappeenrannan Urheilu-Miehet), 14:51.57
2.ª, Lilli Ahola, 2009 (Hämeenlinnan Tarmo), 15:16.01
3.ª, Loviisa Lehtonen, 2009 (Turun Urheiluliitto), 16:15.74
4.ª, Anni Kälviäinen, 2009 (Valkealan Kajo), 16:26.57
5.ª, Kalannin Vankka , 2009 (Kalannin Vankka), 19:36.67
Desclassificada: Keiteleen Nuju , 2009 (Keiteleen Nuju).

3.000 m masculinos- 16 anos
1.º, Tuomas Järvinen, 2010 (Lapuan Virkiä), 15:12.23

3.000 m femininos - 16 anos
1.ª, Peppi Haaparanta, 2010 (Espoon Tapiot), 15:12.67
2.ª, Iiris Helenius, 2010 (Lempäälän Kisa Yleisurheilu), 15:25.69
3.ª, Venla Vienola, 2010 (Jyväskylän Kenttäurheilijat), 16:06.74
4.ª, Nella Jääskeläinen, 2010 (Hyvinkään seudun Urheilijat), 16:42.66