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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Grande Prémio de Marcha Atlética de Rio Maior: 35 anos de uma história feita de visão, talento e passos

Na 1.ª edição do Grande Prémio de Rio Maior (1991), Sari Essayah,
Susana Feitor, José Urbano, José Pinto, e a tribuna de honra com, entre
outros, Silvino Sequeira (Município de Rio Maior), Henrique de Melo
 (FP Atletismo) e Dino Capitão (AA Santarém).
Fotomontagem: O Marchador.

Há momentos em que o destino de uma cidade pode mudar a partir de um acontecimento aparentemente simples.

Em Rio Maior, esse momento teve o rosto de uma jovem de apenas 15 anos.

Em 12 de agosto de 1990, na cidade búlgara de Plovdiv, Susana Feitor, atleta do Clube de Natação de Rio Maior, conquistava a medalha de ouro nos 5.000 metros marcha dos Campeonatos do Mundo de Juniores. Tinha apenas 15 anos e acabava de escrever uma das páginas mais importantes da história da marcha atlética portuguesa.

Aquela vitória não foi apenas uma conquista individual.

Foi uma inspiração.

Foi um sinal de que uma jovem de Rio Maior podia chegar ao topo do mundo e, sobretudo, de que o talento desportivo existente no concelho poderia ser transformado num projeto com dimensão nacional e internacional.

Foi neste contexto que surgiu uma visão que viria a marcar o futuro de Rio Maior: a visão de Silvino Sequeira, então presidente da Câmara Municipal.

Silvino Sequeira percebeu que o desporto podia ser muito mais do que competição. Podia ser uma estratégia de desenvolvimento, uma forma de afirmar a identidade de Rio Maior e uma oportunidade para projetar o concelho muito para além das suas fronteiras.

Ao lado desta visão política esteve o trabalho de Jorge Miguel, treinador e grande dinamizador da marcha em Rio Maior. A conjugação destas vontades — a visão de quem acreditava no potencial da cidade e a dedicação de quem trabalhava diariamente com os atletas — criou as condições para que uma ideia se transformasse numa realidade.

E essa realidade nasceu em 5 de outubro de 1991, com a primeira edição do Grande Prémio Internacional de Marcha Atlética de Rio Maior.

Assim, pode dizer-se que o Grande Prémio nasceu do encontro entre um talento excecional, uma visão estratégica e uma enorme paixão pelo desporto.

Susana Feitor foi a inspiração.

Jorge Miguel foi um dos grandes motores da ideia.

E Silvino Sequeira foi uma das figuras determinantes para perceber que aquela oportunidade podia transformar-se num projeto para a cidade.

A primeira edição foi muito mais do que uma competição.

Foi uma experiência nova para Rio Maior.

Atletas portugueses e estrangeiros chegaram à cidade, ocuparam as ruas, conviveram com a população e deram uma dimensão diferente a uma disciplina que, até então, não tinha encontrado em Portugal muitos palcos com aquela capacidade de mobilização.

A população saiu à rua.

Os atletas foram aplaudidos.

E Rio Maior começou a perceber que podia transformar uma prova de atletismo numa verdadeira imagem de marca.

A primeira edição contou com forte envolvimento da Câmara Municipal e com o apoio de várias empresas locais. A partir daí, o caminho estava aberto.

E logo nessa estreia, o cartaz desportivo dizia tudo.

Na prova feminina dos 5 quilómetros, a vitória pertenceu à finlandesa Sari Essayah, uma das grandes figuras internacionais da marcha e que, dois anos mais tarde, em 1993, conquistaria o título mundial dos 10 quilómetros marcha. A jovem Susana Feitor e então já uma referência da nova geração portuguesa, terminou na segunda posição, com 22:21, apenas 21 segundos atrás da vencedora. A terceira posição foi ocupada por Isilda Gonçalves.

Mas havia ainda mais história naquele primeiro dia.

Nos 10 quilómetros masculinos, triunfou José Urbano, do Sport Lisboa e Benfica, com 43:00, à frente de José Pinto e Carlos Graça. Urbano era, naquele tempo, uma das grandes referências da marcha portuguesa e detinha vários recordes nacionais, desde os 5.000 metros aos 20 quilómetros.

A prova cresceu, ganhou prestígio e foi conquistando, ao longo dos anos, um lugar de destaque nos grandes circuitos internacionais da modalidade. A 3 de abril de 2027, Rio Maior receberá a 34.ª edição do Grande Prémio Internacional de Marcha Atlética, numa história que atravessa mais de três décadas e que apenas conheceu uma interrupção: em 2021, a prova não se realizou devido à pandemia de COVID-19.

Passaram por Rio Maior campeões olímpicos, mundiais, europeus e outros grandes nomes da marcha.

Mas passaram também crianças e jovens que, ao verem os melhores do mundo tão perto, descobriram que o atletismo podia ser também o seu caminho.

Essa talvez seja uma das maiores heranças do Grande Prémio.

Não são apenas os grandes resultados que ficam.

Fica a inspiração.

E talvez seja essa a melhor definição do Grande Prémio de Marcha Atlética de Rio Maior:

Uma história que começou com uma campeã, ganhou forma através de uma visão e continua a caminhar pelas ruas de uma cidade que fez do desporto uma parte da sua identidade.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Albert Galín, uma referência da marcha atlética espanhola

O interessante livro de memórias de Albert Galín, que esteve num
seminário  de marcha em Portugal, com César Gómez, em 1981.
Imagens: Albert Galín e arquivo de O Marchador.
Montagem: O Marchador

Quando Adrià Galín Pons, recentemente nomeado Juiz Internacional de Marcha do Painel Silver da World Athletics, nos fez chegar em mãos um livro da autoria do seu pai — Albert Galín Calvo, “Memórias – 60 anos de atletismo” — acompanhado de uma mensagem de cumprimentos, foi inevitável recordarmos uma figura que deu um contributo marcante para o desenvolvimento da marcha atlética no nosso país.

A marcha atlética em Portugal foi reintroduzida em finais de 1974, tendo a primeira participação portuguesa num evento internacional ocorrido na prova “Barcelona–Madrid–Lisboa–Genebra”, em 1978, na pista do Estádio Municipal de Atletismo Joan Serrahima. Em 1981 concretizavam-se, finalmente, os anseios dos entusiastas da disciplina em aprofundar os conhecimentos teóricos e técnicos, recorrendo à experiência e ao saber de conceituados especialistas da vizinha Espanha.

Foi neste contexto que, em dezembro de 1981, por iniciativa e organização da Comissão de Marcha da Federação Portuguesa de Atletismo, com o apoio do Instituto Nacional dos Desportos, Portugal recebeu Albert Galín e César Gómez, representantes da prestigiada Escola de Marcha de Sant Celoni, em Barcelona.

O Seminário de Marcha Atlética decorreu nos dias 11, 12 e 13 desse mês no Centro de Estágio da Cruz Quebrada, integrando um programa abrangente que incluiu sessões teóricas sobre técnica, com projeção de filmes, debates temáticos, sessões práticas na pista do Estádio Nacional e, ainda, a apresentação do plano de treinos do então recordista espanhol Sub-18, Francisco Botonero, bem como a planificação da seleção espanhola Sub-20 para um estágio de um mês na Polónia.

Participaram nesta iniciativa, entre outros, Aires Denis, Luís Dias, José Dias, José Pinto, Albino Silva, Francisco Reis, José Tavares, Jorge Esteves, Paula Machado, Ana Batuca e Artur Ferreira. Uns estavam diretamente ligados à prática e ao treino da especialidade, outros exerciam funções dirigentes ou integravam o corpo de juízes, todos unidos pelo desejo de aprofundar conhecimentos e elevar o nível da marcha atlética nacional.

Albert Galín iniciou-se no atletismo aos 13 anos, em representação da Juventude Atlética de Barcelona, tendo envergado a camisola da seleção espanhola por 14 vezes. Licenciado em Ciências da Educação e doutorado em Pedagogia pela Universidade de Barcelona, exerceu funções como treinador (integrou a Escola Nacional de Treinadores da RFEA) e dirigente. Encontra-se atualmente a preparar uma obra dedicada à história da marcha atlética em Espanha, somando já várias publicações, entre as quais “Història de l’Atletisme a Sant Celoni”.

O livro de memórias agora publicado, com 230 páginas, revela-se de inegável interesse documental e histórico, enriquecendo a biblioteca de O Marchador, que reúne publicações provenientes de diversas partes do mundo. Destacam-se, entre outros, alguns episódios singulares.

Um deles remonta a 16 de abril de 1974, quando o Papa Paulo VI, durante a sua alocução semanal, surpreendeu os fiéis ao anunciar o vencedor de uma prova de marcha atlética disputada entre Roma e Castelgandolfo, perguntando retoricamente: “Sabem quem ganhou?”. A resposta foi “Abdon Pamich”, o célebre marchador italiano, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Roma 1960 e campeão olímpico em Tóquio 1964.

Outros momentos referenciados no livro de Galín incluem a Taça do Mundo de Marcha de 1981, realizada pela primeira vez em solo espanhol, na cidade de Valência, e que contou com a participação inédita da seleção feminina, sendo Albert Galín um dos treinadores. Destaca-se ainda o ano de 1983, quando a Câmara Municipal de L’Hospitalet (Barcelona) lhe prestou homenagem pelo seu papel pioneiro e dinamizador do Grande Prémio Internacional de L’Hospitalet, um evento de referência mundial e que atraiu alguns dos melhores marchadores portugueses da época, nos seus primeiros contactos internacionais, e cuja cidade viria mais tarde a acolher a Taça do Mundo de Marcha, em 1989.

Bem-haja, Albert!

domingo, 9 de março de 2025

Livro “Marcha Atlética – El Historial” publicitado pelo Atletismo Sudamericano

A capa do livro (edição fevereiro 2025).
Imagem: Atletismo Sudamericano.

O Atletismo Sudamericano publicou esta semana, na sua Bliblioteca Digital, de livre consulta, o livro “Marcha Atlética – El Historial”, da autoria de Rubén Aguillera e Luis Vinker, retratando os grandes momentos do atletismo sul-americano e especificamente sobre os grandes marchadores do passado, começando pela figura do memorável marchador equatoriano, Jefferson Pérez.

Nuum notável trabalho estatístico e documental, os leitores poderão inteirarem-se de todo o impacto da especialidade no subcontinente americano, a evolução dos recordes sul-americanos nos seus vários escalões, a participação dos atletas nos principais eventos internacionais, não se restringindo a estas matérias, mas alargando os horizontes ao debruçar-se sobre as origens da marcha atlética e o processo evolutivo no que respeita à sua regulamentação.

Os autores, a quem endereçamos daqui palavras de apreço e felicitações, são figuras sobejamente conhecidas no mundo do atletismo, o Rúben, autor de várias publicações na área, com uma atividade de mais de 40 anos ao serviço do ajuizamento da marcha atlética, foi dos primeiros juízes da disciplina a ingressar no painel de especialistas da IAAF, em 1981, atuando em quase todos os eventos de grande relevo internacional, com destaque para a sua dupla função nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), Oficial Técnico Internacional e Adjunto do Juiz-chefe de Marcha, o Luis, também jornalista, acompanhou as proezas dos desportistas argentinos em grandes eventos mundiais, com publicações de obras ligadas ao desporto.

Pode aceder gratuitamente à sua consulta, aqui.

domingo, 1 de dezembro de 2024

1/12/1974 – 1/12/2024, 50 anos de marcha atlética em Portugal

Dos anos 70 à actualidade. Imagens: arquivo «O Marchador» e José Machado Eduardo.
Montagem: Erica SL Dias

No dia em que passam 50 anos sobre o momento da reimplantação da marcha atlética em Portugal, não é apenas a efeméride que se cumpre: assinala-se meio século de um processo em que uma disciplina do atletismo recuperou dinâmica, mobilizou praticantes, afirmou a qualidade dos seus agentes, ganhou notoriedade e demonstrou que o ímpeto associativo é uma mola que oferece energia criadora com vista à concretização dos objectivos da comunidade.

Em 1 de Dezembro de 1974, com a realização da prova de marcha organizada e levada a efeito no Parque do Fontelo pela Comissão Municipal de Turismo de Viseu, a especialidade renascia em Portugal, depois um período de vitalidade de cerca de 15 anos no início do século XX (de 1906 a início da década de 1920) e de outro meio século em que praticamente não existiu, à parte um conjunto de provas realizados em 1938/1939, por iniciativa de jornais nacionais e locais. Durante o período da ditadura, o país viveu fechado sobre si próprio, com limitações impostas a contactos internacionais, sujeito a condições políticas que implicaram uma guerra em África que se prolongou por 13 anos. Os interesses dos portugueses, em especial da juventude, estavam centrados em necessidades que não favoreciam a prática do desporto, de resto pouco incentivada na escola ou noutros contextos de vivência social.

Chegada a Revolução de 25 de Abril de 1974, tudo mudou. A abertura política, social e cultural proporcionada pela acção dos militares naquela madrugada libertadora trouxe consigo a tomada de consciência da necessidade de condições para proporcionar aos jovens (e a todos os outros) a oportunidade para a prática de qualquer modalidade desportiva, quer se tratasse das mais conhecidas ou das que menos estavam presentes na informação divulgada. Foi com esta mentalidade que surgiram os três primeiros grandes pólos de prática da marcha atlética nos pós-25 de Abril: a região de Viseu (com ênfase na Casa do Pessoal das Minas da Urgeiriça), o Sport Lisboa e Benfica (em Lisboa) e o eixo Santa Iria da Azóia / Póvoa de Santa Iria (nos arredores de Lisboa).

A partir daí, cresceu a quantidade de atletas dedicados à prática da marcha e aumentou o número de núcleos de praticantes, os quais, por sua vez, também se empenhavam na organização das primeiras provas. Os homens e as mulheres da marcha faziam a sua caminhada no sentido da concretização das aspirações desportivas. Não dispondo de condições desejáveis para a sua prática, tratavam de criar essas condições, com criatividade, solidariedade e a determinação com que enfrentavam os novos desafios.

A partir do nível básico de organização dentro de clubes, a marcha passou a um nível superior de integração e de intervenção, através da admissão de dirigentes e atletas da marcha em associações regionais de atletismo e, por fim, na própria Federação Portuguesa de Atletismo. Os marchadores criaram mesmo o seu clube específico, o Clube Português de Marcha Atlética (CPMA): mais do que agregar atletas e organizar a sua actividade desportiva, o CPMA apresentava-se vocacionado sobretudo para o apoio à organização de provas de marcha e de acções de formação de diferentes tipos de agentes (treinadores, dirigentes, juízes).

Foi graças a esta energia que a marcha cresceu nos primeiros anos de reimplantação. Como resultado, ao fim de dez anos, em 1984, Portugal já apresentava marchadores nos Jogos Olímpicos, através da presença brilhante de José Pinto nos 20 km e nos 50 km marcha dos Jogos de Los Angeles. Era a confirmação da qualidade da primeira grande figura internacional da marcha portuguesa, que já em 1982 tinha participado nos Campeonatos da Europa de Atletismo (Atenas, 20 km) e em 1983 também nos primeiros mundiais de atletismo (Helsínquia, 20 e 50 km) – as primeiras grandes competições internacionais com mínimos para as quais marchadores portugueses conseguiram apurar-se. Seguiu-se um período de multiplicação de atletas olímpicos (foram três em Seul-88 e cinco em Barcelona-92). Mas também dos primeiros grandes sucessos internacionais, com a sucessão de títulos e pódios em mundiais e europeus de juniores (Susana Feitor e Sofia Avoila).

Viriam depois os sucessos colectivos em taças da Europa ou do mundo de marcha, tanto no plano masculino (terceiro lugar nos 50 km da Taça da Europa de Cheboksary-2003) como no feminino (vitória na Taça do Mundo de Chihuahua-2010, entre outros pódios) ou ainda entre os juniores femininos (vitória nos 10 km da Taça da Europa de Podebrady-2021).

A par do progresso no âmbito competitivo (que pode ser exemplificado com a existência de 20 marchadores olímpicos portugueses entre 1984 e 2024), a marcha registou progressos também na capacidade organizativa, no saber dos treinadores e na competência do ajuizamento. Os grandes prémios e os campeonatos nacionais de marcha em estrada conseguiram atrair grande quantidade de participantes, por vezes mais de duzentos no conjunto das provas, sendo frequente a presença de algumas das mais destacadas figuras mundiais da especialidade (masculinos e femininos). Por essa via, o público pôde assistir a grandes espectáculos competitivos, coroados não poucas vezes com marcas de excelência, sendo o Grande Prémio Internacional de Rio Maior em Marcha Atlética uma componente regular do calendário internacional da marcha.

Por outro lado, surgiram também trabalhos académicos centrados na marcha, desenvolvidos por treinadores em processo de formação superior, constituindo um reforço da qualidade do trabalho dos treinadores portugueses de marcha atlética.

Um dos domínios em que a marcha mais investiu e onde registou maior desenvolvimento foi o do ajuizamento. Primeiro, com a realização de acções de formação de juízes de marcha por todo o país, visando combater a incipiência da capacidade de desempenho dos que, de forma corajosa e voluntariosa, aceitavam desempenhar a função mesmo não dominando os procedimentos; depois, com a criação de quadros nacionais e regionais de juízes especialistas, habilitados a actuar de forma competente em provas de marcha de qualquer nível. Este investimento na formação de juízes traduziu-se no aumento da qualidade geral dos juízes portugueses de marcha, que de forma crescente foram sendo reconhecidos também no plano internacional, com a respectiva integração nos painéis da Associação Europeia de Atletismo e da federação internacional.

Desde 1995, os juízes portugueses de marcha e oficiais técnicos portugueses (num total de dez agentes) registaram 417 participações em competições internacionais, incluindo Jogos Olímpicos, campeonatos do mundo ou da Europa de atletismo e taças do mundo ou da Europa de marcha, além de outras competições de níveis mais baixos (ou mesmo campeonatos nacionais de outros países).

Mas nem tudo neste percurso de meio século foi simpático. Apesar do grande empenho da gente da marcha e de estruturas federativas (algumas associações regionais e a própria federação) nos anos iniciais da reimplantação da marcha em Portugal, os tempos que haveriam de correr trouxeram as já referidas fases de crescimento mas também outras de negligência a que a marcha foi votada, sobretudo na acção da FPA, tantas vezes discriminatória para com a disciplina. Por consequência, muita da dinâmica que caracterizou as primeiras épocas perdeu-se, fazendo desaparecer núcleos de praticantes e provas que davam corpo ao calendário nacional.

Em 50 anos, a marcha portuguesa ressurgiu, afirmou-se, cresceu, ganhou grande expressão nacional e internacional, foi alvo de negligência, regrediu e agora espera poder voltar a crescer. Venham mais 50 anos!

domingo, 24 de novembro de 2024

2024, outros 50 anos se avizinham

Atletas campeões/internacionais em ano dos Jogos Olímpicos de Paris.
Fotos: FPA / Sportmedia, Leandro Silva, ACD Jardim da Serra, Enyo Freitas,
Maria Orlete Mendes, Penta Clube da Covilhã e Revista «Olimpo» do Comité
Olímpico de Portugal. Montagem: O Marchador.

Entre tantas ideias peregrinas com que a Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) brindou a marcha atlética ao longo do tempo, as que foram implementadas no ano de 2024 não foram das menos exuberantes. Antes pelo contrário: foram mesmo das mais produtivas em matéria de idiotice. Depois de ter sido posto fim aos campeonatos nacionais de 50 km, acabou-se também com os de 35 km, substituídos neste ano por uma pluralidade de campeonatos absolutos de distâncias curtas, num crescendo desde os 10 km (15 Janeiro, Porto de Mós) até aos 20 km (6 Maio, Rio Maior – neste caso já vinha de anos anteriores), passando pelos 15 km (4 Fevereiro, Olhão).

Tornava-se evidente que o principal objectivo era multiplicar oportunidades para que os atletas portugueses pontuassem com vista ao ranking mundial que haveria de proporcionar oportunidade de participação nos Jogos Olímpicos de Paris. Mas nisso se esgotava a estratégia olímpica do ano no referente à marcha atlética. Era essa a única razão do surgimento de campeonatos de distâncias que poderiam ser muito boas para a realização de provas de abertura de temporada mas não para atribuição de títulos de campeão nacional. Nem a federação internacional (World Athletics), na sua ânsia descaracterizadora da modalidade, teve qualquer «vislumbre» de provas sobre essas distâncias para o seu calendário! A marcha nada ganhou com as ideias da FPA, que, ao banalizar os campeonatos nacionais, comprometeu a dignidade desses momentos altos de cada época desportiva.

A consideração da FPA pela marcha teve em Junho de 2024 novo momento revelador, quando a edição inaugural dos Campeonatos Nacionais de Sub-16 teve todas as especialidades contempladas no programa menos a marcha atlética. Não faltaram provas de velocidade, estafetas, barreiras, meio-fundo curto, obstáculos e combinadas, além de concursos de saltos e lançamentos... tudo para masculinos e femininos, mas nada de marcha. Cinquenta anos passados sobre a Revolução de 25 de Abril de 1974, que abriu as mentalidades e trouxe uma visão abrangente para as oportunidades de experiência e prática desportiva dos jovens (que passaram a ter oportunidade de experimentar e praticar todas as especialidades do atletismo e não apenas algumas), eis que a FPA volta aos modelos de antigamente e exclui a marcha do plano competitivo para os atletas com menos de 16 anos.

Trata-se de uma visão que tem sido seguida com os resultados conhecidos: diminuição do número de núcleos de praticantes de marcha, decréscimo dos especialistas da marcha, desmotivação da prática desta especialidade, empobrecimento do calendário competitivo anual, enfraquecimento da qualidade dos resultados de cada época, incapacidade de substituição de gerações (por escassez de profundidade das listas anuais de cada escalão e distância e também por falta de empenho na criação de condições motivadoras para os jovens se interessarem pela marcha atlética).

De resto, esta atitude da FPA para com a marcha veio na linha do que já estava em prática, desde anos antes, no Torneio Nacional Olímpico Jovem, que para a marcha é mesmo muito pouco olímpico, constituindo péssimo exemplo no plano ético: ao excluir a marcha do programa de um dos escalões (sub-16 ou sub-18) alternadamente em cada edição do torneio, a FPA nega o direito à concretização da prática do desporto e viola de forma evidente e grosseira o princípio básico de garantia de condições de igualdade no acesso ao desporto.

E como os exemplos (bons ou maus) acabam por ser seguidos, já nem se estranha que outras entidades, outrora modelos na valorização e na promoção da marcha atlética, acabem a desconsiderar esta especialidade olímpica do atletismo e os seus praticantes. É caso da Associação de Atletismo de Lisboa, que, em 2024, entendeu relegar a marcha para uma espécie de gueto, ao retirar a disciplina dos campeonatos regionais de cada escalão, para depois atribuir títulos de campeão distrital de marcha em provas identificadas como «campeonatos» mas realizadas no âmbito de programas de outros torneios sem a dignidade de um campeonato.

Mas 2024 foi ano olímpico e, por isso, havia necessariamente outros grandes motivos de interesse que se impunham como principais objetivos competitivos para os atletas. Paris-2024 foi uma edição com importantes alterações no programa de provas, com novas modalidades, variação de tipologia de locais de competição e, logo a começar, a utilização de um espaço fora do estádio para a realização da cerimónia de abertura. No que se refere ao atletismo e em particular à marcha, houve duas novidades principais introduzidas no programa: a eliminação da prova dos 50 km (prova olímpica desde Berlim-1936, com excepção de Montreal-1976) e a inclusão da estafeta mista com distância total equivalente à da maratona (42.195 metros).

Nas provas que se mantinham – 20 km masculinos e 20 km femininos – Portugal registou participação apenas na segunda, na qual Vitória Oliveira foi 38.ª (1.36.22) e Ana Cabecinha, 43.ª (1.46.30). Para a atleta do Benfica, a presença em Paris representou a estreia olímpica e a consequente aquisição da condição de atleta olímpica, a 20.ª entre os marchadores portugueses. A marchadora do Oriental de Pechão, por sua vez, registava uma invulgar quinta participação nos Jogos. Uma longevidade premiada com a honra de ser porta-estandarte da delegação portuguesa na cerimónia de abertura dos Jogos, a par do canoísta Fernando Pimenta. Eram os Jogos da despedida da atleta nascida em Baleizão, numa presença incentivada pelo presidente do Comité Olímpico de Portugal, menos de três meses depois de ter sido mãe, e culminada com uma especial saudação dos juízes, posicionados fora do percurso, junto à meta, quando a marchadora portuguesa se aprestava para concluir a prova.

Tal como na prova masculina, Portugal não teve representação na estafeta mista, pelo que a «comitiva» da marcha portuguesa, esgotada nas duas participantes nos 20 km femininos, voltou a ser (tal como em Tóquio) a mais curta desde a estreia olímpica, 40 anos antes, em Los Angeles-1984, quando José Pinto abriu as portas olímpicas aos marchadores de Portugal: apenas dois atletas.

Se a participação nos Jogos Olímpicos se traduziu em resultados secundários, os restantes desempenhos nas competições internacionais não foram mais expressivos. Nos mundiais de selecções de marcha, em Antália (Turquia, 21 de Abril), Portugal alinhou em apenas um das cinco provas do programa, a estafeta mista, ficando ausente das duas provas de 20 km (masculinos e femininos) e das duas provas de juniores (10 km masculinos e femininos). Na estafeta, duas equipas procuravam o apuramento directo para os Jogos Olímpicos, conquistado pelas primeiras 22 formações, mas João Vieira e Vitória Oliveira classificaram-se no 32.º lugar e o par Rui Coelho / Inês Mendes terminaram no 50.º lugar.

Mês e meio depois, nos europeus de atletismo de Roma, de novo presença portuguesa em apenas uma das provas de marcha, os 20 km femininos, onde Vitória Oliveira foi 17.ª (1.33.39), Carolina Costa foi 23.ª (1.37.01) e Inês Mendes, 25.ª (1.37.23). Resultados discretos, destacando-se ainda assim a marca da melhor das portuguesas, que não ficou longe do recorde pessoal.

Nos mais jovens, Isabel Luís foi nona (25.00,06) e Matilde Angélico, 17.ª (26.36,74) nos 5000 m marcha femininos dos europeus de sub-18 de Banská Bystrica (Eslováquia, 18 a 21 de Julho), onde Leandro Silva foi 16.º (23.46,71) e Afonso Nóbrega foi 19.º (24.07,85) na prova masculina da mesma distância. Nos mundiais de sub-20 de Lima (Peru, 27 a 31 de Agosto) Eduardo Camarate foi o único marchador português presente, concluindo os 10 mil metros nos 35.º lugar, com 44.34,70 m.

Mesmo não sendo uma competição ao mais alto nível, os Campeonatos do Mediterrâneo de Atletismo Sub-23, disputados em Ismailia, no Egipto, a 18 e 19 de Maio, proporcionaram resultados mais agradáveis, com Tiago Ramos a vencer os 10 mil metros marcha masculinos (41.33,81) e Inês Mendes a ser segunda nos 10 mil metros femininos (48.01,59).

Eduardo Camarate, da Juventude Vidigalense, foi o conquistador único dos títulos nacionais de juniores em 2024. Começou por triunfar nos nacionais de estrada (4 de Fevereiro, Olhão, 10 km, 44.13), venceu depois na pista coberta (24 e 25 de Fevereiro, Braga, 5000 m, 22.45,04) e foi campeão, por fim, ao ar livre (27 e 28 de Julho, Viana do Castelo, 10.000 m, 45.49,05). Pelo meio, ainda foi terceiro nos Campeonatos de Portugal e segundos nos nacionais de sub-23. Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro) não ficou longe da colecção de título de Eduardo Camarate, vencendo na estrada (10 km, 51.20) e na pista coberta (3000 m, 14.45,10), mas deixando-se surpreender na pista ao ar livre por Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), que tinha sido sucessivamente terceira na estrada, segunda na pista coberta e agora vencia nos nacionais de Viana do Castelo, com 50.16,44 m nos 10 mil metros, contra 51.01,42 m de Gabriela Santos.

Nos juvenis (sub-18), Leandro Silva e Isabel Luís averbaram dois títulos nacionais de juvenis. Nos masculinos, o marchador do Benfica venceu na estrada (4 de Fevereiro, Olhão, 10 km, 49.32) e na pista coberta (Braga, 3 de Fevereiro, 5000 m, 23.37,40) e foi segundo na pista ao ar livre (6 de Julho, Beja, 5000 m, 23.55,59), onde a vitória foi para Afonso Nóbrega (A Jardim da Serra, 23.49,83). Nos femininos, a atleta do Clube Pedro Pessoa Escola de Atletismo ganhou na estrada (5 km, 26.08) e na pista ao ar livre (5 km, 26.08), tendo sido desclassificada na pista coberta.

Entretanto, nos veteranos, foram conquistadas mais algumas medalhas nos campeonatos mundiais ou continentais do escalão. Nos europeus de pista coberta (17 a 23 de Março, Toruń, Polónia), Maria Orlete Mendes venceu os 3000 m e os 5 km W70.

Nos europeus de estrada (16 a 19 de Maio, Porto Santo), primeiros lugares para Ricardo Vendeira nos 20 km M40, Pedro Martins nos 10 km e nos 20 km M55, Maria Orlete Mendes nos 10 km e nos 20 km W70, Luis Gil nos 20 km M45 e Júlia Sousa nos 20 km W55; segundos lugares para Luis Gil nos 10 km M45, Jaime Santos nos 10 km M50, Ricardo Vendeira nos 10 km M40, Sandra Silva nos 10 km W45, Júlia Sousa nos 10 km W55, Ana Macedo nos 10 km W50, Marisa Pereira nos 10 km W40, Teresa Mendes nos 10 km W60, Sandra Silva nos 20 km W45 e Ana Macedo nos 20 km W50; terceiros lugares para Felicidade Rosa nos 10 km W45, Luís Sousa nos 20 km M50 e Felicidade Rosa nos 20 km W45.

Por fim, nos mundiais de pista (13 a 25 de Agosto, Gotemburgo, Suécia), vitórias para Maria Orlete Mendes nos 5000 m, 10 km e 20 km W70 e segundos lugares para Amaro Teixeira nos 10 km, nos 5000 m e nos 20 km M35.

Nos atletas com deficiência, dois momentos de sucesso na representação de Portugal em competições internacionais. Primeiro, nos Jogos Mundiais da Trissomia, em Antália (Turquia), de 16 a 23 de Março, com terceiros lugares para Francisco Gouveia nos 1500 m masculinos Mosaico e para Jennifer Nogueira nos 1500 m femininos T21. Depois, nos Campeonatos da Europa de Atletismo VIRTUS, em Uppsala (Suécia), de 13 a 15 de Junho, com o segundo lugar de Afonso Roll nos 5000 m masculinos II1.

Em 2024, três juízes de marcha desempenharam funções em provas internacionais. José Dias actuou como juiz de marcha nos Campeonatos Nacionais da Turquia (Antália), nos Campeonatos Nacionais da Grécia (Astros), no Grande Prémio da China (Taicang, juiz-chefe numa das provas), nos Campeonatos do Mundo de Seleções de Marcha Atlética (Antália, juiz-chefe), no Grande Prémio Internacional de Rio Maior, juiz-chefe), no Grande Prémio Cantones de A Coruña e no Grande Prémio Internacional Madrid Marcha. José Dias foi ainda um dos preletores convidados pela Federação Chinesa de Atletismo, que, no decorrer de uma semana, integrado numa equipa de juízes internacionais, ministrou temas sobre a temática do ajuizamento em provas de marcha atlética, potenciando a qualificação de juízes especialistas chineses para o painel nacional de nível mais elevado.

José Ganso exerceu funções de secretário principal no Grande Prémio Internacional de Rio Maior, foi juiz de marcha nos Campeonatos Europeus de Veteranos (estrada, Porto Santo) e delegado técnico nomeado pela World Athletics para o Grande Prémio Internacional Madrid Marcha.

Vasco Guedes actuou como juiz de marcha no Grande Prémio Internacional de Rio Maior e foi juiz-chefe de marcha nos Campeonatos Europeus de Veteranos (estrada, em Porto Santo) e nos Campeonatos do Mundo de Sub-20, em Lima, no Peru.

No final de 50 anos de história da moderna marcha atlética portuguesa, há motivos de esperança em que a especialidade volte a prosperar no país, mas o panorama geral não é o mais auspicioso. O futuro dependerá, mais uma vez e como sempre, dos próprios marchadores e dos que os rodeiam mais proximamente. Foi do seu impulso que a marcha atlética surgiu e se afirmou nos anos iniciais da reimplantação da disciplina. Foi do seu esforço e da sua dedicação que importantes resultados começaram a ser registados e novos praticantes aderiram à família da marcha. Serão certamente os atletas quem poderá tomar em suas mãos o processo de recuperação da vitalidade de uma especialidade que foi a última a afirmar-se no conjunto do atletismo português e a que mais depressa cresceu até se tornar uma das mais bem-sucedidas da modalidade no seu todo. Outros cinquenta anos se avizinham, para dar continuidade aos valores matriciais do primeiro meio século da história moderna da marcha em Portugal. A palavra aos atletas e aos que lhes estão próximos.


Relação das provas mais importantes efetuadas em 2024

Internacional / Associação Europeia de Atletismo / ...

17 a 23 de Março, Campeonatos da Europa de Veteranos em Pista Coberta, Toruń, Polónia. 18/3, 3000 m masculinos, M80: Felix Maier (Alemanha), 20.54,85 (...) 9.º, Auspício Fernandes (Portugal), 21.52,73 (8 participantes). 19/3, 3000 m femininos, W70: 1.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 17.47,82 (3 participantes). 22/3, 5 km masculinos, M80: 1.º, Amatore Michieletto (Itália), 35.41 (...) Auspício Fernandes (Portugal), desclassificado (10 participantes). 5 km femininos, W70: 1.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 31.01 (3 participantes).

16 a 23 de Março, Jogos Mundiais da Trissomia, Antália, Turquia. 22/3, Mosaico, 800 m masculinos: 1.º, Muhammet Eren Uysal (Turquia), 5.13,48 (...) 4.º, Francisco Gouveia (Portugal), 5.33,03 (4 participantes); 800 m femininos: 1.ª, Cindy Engelbregt (África do Sul), 7.19,33 (3 participantes); T21, 800 m masculinos: 1.º, Nando D'Agostino (Itália), 5.03,56 (...) 5.º, Bruno Leitão (Portugal), 6.38,48 (7 participantes); 800 m femininos: 1.ª, Gulia Pertile (Itália), 6.04,17 (...) 6.ª, Jennifer Nogueira (Portugal), 6.42,53; 7.ª, Maria Câmara (Portugal), 7.10,25 (8 participantes). 23/3, Mosaico, 1500 m masculinos: 1.º, Muhammet Eren Uysal (Turquia), 10.55,08 (...) 3.º, Francisco Gouveia (Portugal), 11.50,86 (3 participantes); femininos: 1.ª, Melisa Baeberon (Argentina), 15.01,08 (3 participantes); T21, 1500 m masculinos: 1.º, Nando D'Agostino (Itália), 9.59,02 (...) 4.º, Bruno Leitão (Portugal), 12.14,01 (7 participantes); 1500 m femininos: 1.ª, Radena Angelova (Bulgária), 11.48,82 (...) 3.ª, Jennifer Nogueira (Portugal), 12.46,60 (...) 5.ª, Maria Câmara (Portugal), 14.32,18 (6 participantes).

21 de Abril, Campeonatos do Mundo de Seleções de Marcha, Antália, Turquia. 10 km sub-20 masculinos: 1.º, Isaac Beacroft (Austrália), 39.56; 2.º, Shengji Shi (China), 39.57; 3.º, Jiawei Luo (China), 40.03 (51 participantes). Classificação coletiva: 1.º, China, 5 pontos; 2.º, Japão, 10; 3.º, Austrália, 14 (17 classificados). 10 km sub-20 femininos: 1.ª, Xizhen Yang (China), 45.06; 2.ª, Aldara Meilán (Espanha), 45.12; 3.ª, Sofia Santacreu (Espanha), 45.17 (49 participantes). Classificação coletiva: 1.º, Espanha, 5 pontos; 2.º, China, 6; 3.º, Itália, 11 (15 classificados). 20 km masculinos: 1.º, Perseus Karlström (Suécia), 1.18.49; 2.º, Paul Mcgrath (Espanha), 1.19.14; 3.º, Diego García (Espanha), 1.19.51 (86 participantes). Classificação coletiva: 1.º, Espanha, 13 pontos; 2.º, Japão, 26; 3.º, Itália, 33 (11 classificados). 20 km femininos: 1.ª, Kimberly García (Peru), 1.27.12; 2.ª, Zhenxia Ma (China), 1.27.55; 3.ª, Erica Sena (Brasil), 1.29.22 (70 participantes). Classificação coletiva: 1.º, China, 15 pontos; 2.º, Peru, 15; 3.º, Espanha, 31 (11 classificados). Estafeta mista: 1.º, Itália 2, 2.56.45 (Francesco Fortunato / Valentina Trapletti); 2.º, Japão, 2.57.04 (Koki Ikeda / Kumiko Okada); 3.º, Espanha, 2.57.47 (Álvaro Martín / Laura García-Caro) (...) 32.º, Portugal 1, 3.08.44 (João Vieira / Vitória Oliveira); 50.º, Portugal 2, 3.19.56 (Rui Coelho / Inês Mendes) – 67 participantes.

16 a 19 de Maio, Campeonatos da Europa de Veteranos em Estrada, Porto Santo, Portugal. 17/5, 10 km masculinos, geral e escalão etário: 1.º, Tomasz Lipiec (Polónia), 49.32 - 1.º M50; 2.º, Ruben Piñera Álvarez (Espanha), 49.46 - 1.º M45; 3.º, Luis Gil (Portugal), 50.18 - 2.º M45 (...) 5.º, Jaime Santos (Portugal), 54.21 - 2.º M50; 6.º, Pedro Martins (Portugal), 54.56 - 1.º M55 (...) 8.º, Ricardo Vendeira (Portugal), 55.00 - 2.º M40 (...) 10.º, Luís Sousa (Portugal), 56.36 - 4.º M50; (...) 38.º, José Oliveira (Portugal), 1.12.00 - 12.º M65; 39.º, Gonçalo Rebelo (Portugal), 1.12.02 - 13.º M65 (...) 43.º, José Piçarra (Portugal), 1.17.48 - 15.º M65 (49 participantes). 10 km femininos, geral e escalão etário: 1.ª, Bianca Schenker (Alemanha), 53.54 - 1.ª W45; 2.ª, Sandra Silva (Portugal), 56.23 - 2.ª W45; 3.ª, Felicidade Rosa (Portugal), 56.33 - 3.ª W45 (...) 5.ª, Júlia Sousa (Portugal), 59.24 - 2.ª W55 (...) 13.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 1.06.49 - 1.ª W70; 14.ª, Ana Macedo (Portugal), 1.07.06 - 2.ª W50 (...) 17.ª, Marisa Pereira (Portugal), 1.11.13 - 2.ª W40 (...) 19.ª, Fátima Costa (Portugal), 1.12.00 - 4.ª W50; (...) 23.ª, Teresa Mendes (Portugal), 1.15.33 - 2.ª W60; (...) 27.ª, Paula Maurício (Portugal), 1.21.58 - 9.ª W55 (32 participantes). 19/5, 20 km masculinos, geral e escalão: 1.º, Tomasz Lipiec (Polónia), 1.43.41 - 1.º M50; 2.º, Luis Gil (Portugal), 1.43.54 - 1.º M45; 3.º, Christer Svensson (Suécia), 1.50.59 - 2.º M50; 4.º, Ricardo Vendeira (Portugal), 1.51.25 - 1.º M40; 5.º, Pedro Martins (Portugal), 1.54.13 - 1.º M55; 6.º, Luís Sousa (Portugal), 1.54.43 - 3.º M50 (39 participantes). 20 km femininos, geral e escalão: 1.ª, Bianca Schenker (Alemanha), 1.53.10 - 1.ª W45; 2.ª, Sandra Silva (Portugal), 1.56.31 - 2.ª W45; 3.ª, Felicidade Rosa (Portugal), 2.03.04 - 3.ª W45 (...) 5.ª, Júlia Sousa (Portugal), 2.04.27 - 1.ª W55 (...) 11.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 2.20.23 - 1.ª W70 (...) 12.ª, Ana Macedo (Portugal), 2.23.27 - 2.ª W50 (...) 16.ª, Fátima Costa (Portugal), 2.40.56 - 4.ª W50 (19 participantes).

18 e 19 de Maio, V Campeonatos do Mediterrâneo de Atletismo Sub-23, Ismailia, Egipto. 18/5, 10.000 m masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Portugal), 41.33,81; 2.º, Seyhmus Capat (Turquia), 42.55,20; 3.º, Usama Hussein Ahmed (Egipto), 46.09,84 (3 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Maele Biré-Heslouis (França), 46.43,63; 2.ª, Inês Mendes (Portugal), 48.01,59; 3.ª, Manar Ismail Hazeen Abdel-Ghali (Egipto), 48.19,91 (5 participantes).

7 a 12 de Junho, Campeonatos da Europa de Atletismo, Roma, Itália. 7/6, 20 km femininos: 1.ª, Antonella Palmisano (Itália), 1.28.08; 2.ª, Valentina Trapletti (Itália), 1.28.37; 3.ª, Lyudmila Olyanovska (Ucrânia), 1.28.48 (...) 17.ª, Vitória Oliveira, 1992 (Portugal), 1.33.39 (...) 23.ª, Carolina Costa, 1998 (Portugal), 1.37.01 (...) 25.ª, Inês Mendes, 2003 (Portugal), 1.37.23 (35 participantes). 8/6, 20 km masculinos: 1.º, Perseus Karlström (Suécia), 1.19.13; 2.º, Paul McGrath (Espanha), 1.19.31; 3.º, Francesco Fortunato (Itália), 1.19.54 (35 participantes).

13 a 15 de Junho, VIRTUS, Campeonatos da Europa de Atletismo, Uppsala, Suécia. 14/6, 5000 m masculinos II1: 1.º, Martin Jansson (Suécia), 28.50,32; 2.º, Afonso Roll (Portugal), 29.55,03; 3.º, Alexander Lillieström (Suécia), 32.12,46 (3 participantes). 5000 m femininos II1: 1.ª, Virginie Dreux (França), 29.25,62; 2.ª, Sara Nyström (Suécia), 35.04,76; 3.ª, Edanur Akin (Turquia), 42.02,45 (3 participantes). 1500 m femininos II2: 1.ª, Radena Angelova (Bulgária), 13.20,87 (1 participante).

18 a 21 Julho, IV Campeonatos da Europa de Atletismo Sub-18, Banská Bystrica, Eslováquia. 19/7, 5000 m femininos: 1.ª, Serena Di Fabio (Itália), 21.50,80; 2.ª, Alessia Cristina Pop (Roménia), 22.03,11; 3.ª, Petra Kusá (Eslováquia), 23.49,22 (...) 9.ª, Isabel Luís (Portugal), 25.00,06 (...) 17.ª, Matilde Angélico (Portugal), 26.36,74 (19 participantes). 21/7, 5000 m masculinos: 1.º, Alessio Coppola (Itália), 21.01,44; 2.º, Séamus Clarke (Irlanda), 21.05,70; 3.º, Nicolo Vidal (Itália), 21.11,87 (...) 16.º, Leandro Silva (Portugal), 23.46,71 (...) 19.º, Afonso Nóbrega (Portugal), 24.07,85 (23 participantes).

26 e 27 de Julho, Campeonatos da Europa para Transplantados, Lisboa (AL), Portugal. 26/7, 3000 m femininos (Power Walking): 1.ª, Monika Gluchowska-Kapel (Polónia, W30), 21.07,32 – Transplante; 2.ª, Sandrine Lagree (França, W50), 21.43,84 – Transplante; 3.ª, Agnieszka Miczynska (Polónia, W40), 21.45,07 – Transplante (13 participantes). 27/7, 5000 m masculinos (Power Walking): 1.º, Álvaro Prieto Fernández (Espanha, M50), 29.55,51 – Transplante; 2.º, László Venyercsán (Hungria, M50), 30.22,67 – Diálise; 3.º, Mike Keohane (Irlanda, M50), 31.17,77 – Transplante; 4.º, Tiago Xavier Oliveira (Portugal, M30), 31.56,08 – Coração/Pulmões (...) 8.º, Ricardo Cunha (Portugal, M40), 36.30,76 – Transplante (...) 18.º, Pedro Grilo (Portugal, M50), 41.07,56 – Coração/Pulmões (29 participantes).

1 a 11 de Agosto, Atletismo nos Jogos Olímpicos de Paris, Paris, França. 1/8, 20 km masculinos: 1.º, Brian Pintado (Equador), 1.18.55; 2.º, Caio Bonfim (Brasil), 1.19.09; 3.º, Álvaro Martín (Espanha), 1.19.11 (49 participantes). 20 km femininos: 1.ª, Jiayu Yang (China), 1.25.54; 2.ª, Maria Pérez (Espanha), 1.26.19; 3.ª, Jemima Montag (Austrália), 1.26.25 (...) 38.ª, Vitória Oliveira (Portugal), 1.36.22 (...) 43.ª, Ana Cabecinha (Portugal), 1.46.30 (45 participantes). 7/8, Estafeta mista: 1.º, Espanha (Álvaro Martín / María Pérez), 2.50.31; 2.º, Equador (Brian Pintado / Glenda Morejón), 2.51.22; 3.º, Austrália (Rhydian Cowley / Jemima Montag), 2.51.38 (25 equipas participantes).

13 a 25 de Agosto, XXV Campeonatos do Mundo de Veteranos em Pista, Gotemburgo, Suécia. 17/8, 10 km masculinos, M35: 1.º, Maher Ben Hlima (Polónia), 42.57; 2.º, Amaro Teixeira (Portugal), 48.17 (...) 4.º, Paulo Rigor (Portugal), 57.44 (7 participantes); M65: 1.º, Miloslav Lapka (República Checa), 52.10 (...) 25.º, José Piçarra (Portugal), 1.16.04 (30 participantes). 10 km femininos, W50: 1.ª, Valeria Pedetti (Itália), 51.52 (...) 15.ª, Ana Macedo (Portugal), 1.07.03 (19 participantes); W60: 1.ª, Line Falcon (Canadá), 1.02.26 (...) 24.ª, Helena Rodrigues, 1960 (Portugal), 1.19.11 (27 participantes); W70: 1.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 1.04.49 (12 participantes). 19/8, 5000 m masculinos, M35: 1.º, Maher Ben Hlima (Polónia), 20.41,24; 2.º, Amaro Teixeira (Portugal), 23.09,59 (...) 5.º, Paulo Rigor (Portugal), 28.23,53 (5 participantes). 5000 m femininos, W50: 1.ª, Gladys Brusseau (França), 27.33,68 (...) 13.ª, Ana Macedo (Portugal), 31.56,75 (20 participantes); W60, 1.ª, Line Falcon (Canadá), 30.04,32 (...) 17.ª, Helena Rodrigues (Portugal), 37.47,62 (21 participantes). 20/8, 5000 m masculinos, M60: 1.º, Allen James (E.U. América), 24.40,44 (...) 13.º, João Rodrigues (Portugal), 30.42,19 (24 participantes); M65: 1.º, Miloslav Lapka (República Checa), 25.36,78 (...) 24.º, José Piçarra (Portugal), 37.22,28 (29 participantes). 5000 m femininos, W70: 1.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 30.38,49 (26 participantes). 25/8, 20 km masculinos, M35: 1.º, Maher Ben Hlima (Polónia), 1.30.53; 2.º, Amaro Teixeira (Portugal), 1.42.43 (3 participantes). 20 km femininos, W70: 1.ª, Maria Orlete Mendes (Portugal), 2.16.51 (5 participantes).

27 a 31 de Agosto, Campeonatos Mundiais de Atletismo Sub-20, Lima, Peru. 30/8, 10.000 m masculinos: 1.º, Rayen Cherni (Tunísia), 39.24,85; 2.º, Emiliano Barba (México), 39.27,10; 3.º, Giuseppe Disabato (Itália), 39.31,25 (...) 35.º, Eduardo Camarate (Portugal), 44.34,70 (39 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Zhuoma Baima (China), 43.26,60; 2.ª, Meiling Chen (China), 44.30,67; 3.ª, Aarti (Índia), 44.39,39 (35 participantes).


Campeonatos nacionais

15 de Janeiro, Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada - 10 km (...), Porto de Mós. 10 km absolutos masculinos: 1.º, João Vieira (Sporting CP), 41.22; 2.º, Rui Coelho (SL Benfica), 41.26; 3.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 41.32 - 1.º sub-23 (36 participantes). 10 km absolutos femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 44.42; 2.ª, Agnieszka Ellward (Polónia), 46.34 – extracampeonato; 3.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 47.47 – 2.ª Camp. Nacional / 1.ª sub-23; 4.ª, Carolina Costa (Sporting CP), 47.50 – 3.ª Camp. Nacional (23 participantes). 10 km sub-18 masculinos: 1.º, Leandro Silva (SL Benfica), 49.32; 2.º, David Ferreira (SCU Torreense), 52.58; 3.º, Diogo Pinho (ACDC Villa Cesari), 57.42 (4 participantes). 5 km sub-18 femininos: 1.ª, Isabel Luís (C Pedro Pessoa EA), 26.08; 2.ª, Matilde Angélico (CA Marinha Grande), 26.55; 3.ª, Lara Roque (AA Bela Vista), 27.13 (9 participantes). ANAV – Campeonato Nacional de 20 km, absolutos masculinos: 1.º, Luís Gil (GD Estreito), 1.41.28 - 1.º M45; 2.º, Christer Svensson (Suécia), 1.48.10 - M50 – extracampeonato; 3.º, Pedro Martins (ACR Senhora do Desterro), 1.51.41 – 2.º geral Camp. Nacional / 1.º M55; 3.º, Luís Sousa (SUO Vais), 1.52.53 – 3.º geral Camp. Nacional / 2.º M45 (19 participantes); absolutos femininos: 1.ª, Sandra Silva (AC Póvoa de Varzim), 1.58.01 - 1.ª W45; 2.ª, Lídia Pereira (GRECAS), 1.59.57 - 1.ª W55; 3.ª, Júlia Sousa (EA Trofa), 2.02.17 - 1.ª W50 (9 participantes).

14 de Janeiro, ANDDI - Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, Braga. 1500 m seniores, masculinos: 1.º, Afonso Roll (Escola do Movimento), 8.32,43; 2.º, Alexandre Rodrigues (Santana), 9.32,50 (2 participantes); femininos: Joana Campos Silva (Clube Gaia), 9.20,90 (1 participante). 1500 m Desenvolvimento/Síndrome de Down, masculinos: 1.º, André Moura (APPACDM – Santarém), 11.38,54; 2.º, Bruno Leitão (APPACDM – Santarém), 14.08,70 (2 participantes); femininos: 1.ª, Érica Nunes (ACM – Terceira), 10.52,53; 2.ª, Filipa Toste (ACM – Terceira); 3.ª, Jennifer Nogueira (CERCI Fafe), 12.51,68 (5 participantes).

3 e 4 de Fevereiro, Campeonatos Nacionais de Juvenis (Sub-18) de Pista Coberta, Braga. 3/2, 5000 m masculinos: 1.º, Leandro Silva (SL Benfica), 23.37,40; 2.º, Afonso Nóbrega (A Jardim da Serra), 23.53,73; 3.º, David Ferreira (SCU Torreense), 24.05,16 (8 participantes). 1.ª, Lara Roque (AA Bela Vista), 15.18,00; 2.ª, Matilde Angélico (CA Marinha Grande), 15.33,88; 3.ª, Helena Rodrigues (J Ilha Verde), 15.42,86 (9 participantes).

4 de Fevereiro, Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada - 15 km (...), Olhão. 15 km absolutos masculinos: 1.º, Bence Venyercsán (Hungria), 1.02.25 - extracampeonato; 2.º, João Vieira (Sporting CP), 1.02.36 – 1.º Camp. Nacional; 3.º, Rui Coelho (SL Benfica), 1.03.06 – 2.º Camp. Nacional; 4.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 1.04.04 – 3.º Camp. Nacional / 1.º sub-23 (21 participantes). 15 km absolutos femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 1.07.34; 2.ª, Rita Récsei (Hungria), 1.10.42 – extracampeonato; 3.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 1.11.36 – 2.ª Camp. Nacional / 1.ª sub-23; 4.ª, Bruna Marques (SL Benfica), 1.11.50 – 3.ª Camp. Nacional / 2.ª sub-23 (16 participantes). 10 km sub-20 masculinos: 1.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 44.13; 2.º, Bruno Coelho (CA Seia), 47.54; 3.º, Rodrigo Araújo (SC Braga), 49.49 (5 participantes). 10 km sub-20 femininos: 1.ª, Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro), 51.20; 2.ª, Carolina Dias (Sporting CP), 51.30; 3.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 52.29 (6 participantes). ANAV, 10 km veteranos masculinos – geral: 1.º, Manuel Marques (A Jardim da Serra), 48.22 t.p. – 1.º M45; 2.º, Luís Gil (GD Estreito), 49.23 t.p. – 2.º M45; 3.ª, Ricardo Vendeira (ACR Senhora do Desterro), 53.34 t.p. – 1.º M40 (20 participantes). 10 km veteranos femininos – geral: 1.ª, Bianca Schenker (Alemanha), 53.29 – extracampeonato, W45; 2.ª, Kristina Saltanovic (GD São Domingos), 53.31 – extracampeonato, W45; 3.ª, Sandra Silva (AC Póvoa de Varzim), 54.27 – 1.ª Camp. Nacional / 1.ª W45; 4.ª, Felicidade Rosa (GD São Domingos), 55.43 – 2.ª Camp. Nacional / 2.ª W45; 5.ª, Carla Monteiro (individual/Guarda), 56.48 – 3.ª Camp. Nacional / 1.ª W40 (23 participantes). Torneio Marchador Jovem «Ana Cabecinha» - vencedores: 5 km sub-16, masculinos, Bruno Amorim (EA Moita Tejo), 31.24; femininos, Beatriz Vitorino (Sismaria), 30.34. 2 km sub-14, masculinos: Rui Magalhães (CO Pechão), 11.42; femininos, Lara Svidruk (CO Pechão), 11.20.

3 e 4 de Fevereiro, FADU – Campeonatos Nacionais Universitários de Pista Coberta, Pombal. 3/2, 5000 m masculinos: 1.º, Tiago Sucena (IP Castelo Branco), 23.20,07; 2.º, João Olim (AAU Madeira), 25.47,58; 3.º, Ricardo Opinião (AAU Beira Interior), 28.11,75 (5 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Adriana Viveiros (AAU Madeira), 14.29,80; 2.ª, Juliana Galvão (AAU Minho), 14.40,45; 3.ª, Inês Belbute (IPC), 16.03,93 (4 participantes).

10 e 11 de Fevereiro, Campeonatos Nacionais de Clubes de Pista Coberta – I Divisão, Pombal. 10/2, 5000 m masculinos: 1.º, João Vieira (Sporting CP), 20.45,02; 2.º, Rui Coelho (SL Benfica), 21.04,13; 3.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 21.38,03 (8 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 12.26,13; 2.ª, Ana Monteiro (GD Estreito), 13.24,84; 3.ª, Vera Santos (SC Braga), 14.16,48 (8 participantes).

10 e 11 de Fevereiro, Campeonatos Nacionais de Clubes de Pista Coberta – II Divisão, Pombal. 10/2, 5000 m masculinos: 1.º, João Afonso Olim (ADR Água de Pena), 23.14,33; 2.º, Augusto Cardoso (ACRD Senhora do Desterro), 23.27,67; 3.º, João Pedro Vieira, (CPT Sobral de Ceira), 23.40,21 (7 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Adriana Viveiros (ADR Água de Pena), 13.48,58; 2.ª, Andreia Sousa (GRECAS), 14.46,62; 3.ª, Mara Ribeiro (JO Monte Abraão), 15.01,87 (8 participantes).

17 e 18 de Fevereiro, Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, Pombal. 17/2, 5000 m masculinos: 1.º, João Vieira (Sporting CP), 19.50,84; 2.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 19.52,99; 3.º, Rui Coelho (SL Benfica), 20.16,44 (10 participantes). 3.000 m femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 12.17,95; 2.ª, Ana Monteiro (GD Estreito), 13.09,67; 3.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 13.17,41 (9 participantes).

24 e 25 de Fevereiro, Campeonatos Nacionais de Juniores (Sub-20) de Pista Coberta, Braga. 24/2, 5000 m masculinos: 1.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 22.45,04; 2.º, Bruno Coelho (CA Seia), 23.28,57; 3.º, Leandro Silva (SL Benfica), 23.42,79 (11 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro), 14.45,10; 2.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 14.48,96; 3.ª, Carolina Dias (Sporting CP), 15.12,33 (7 participantes).

24 e 25 de Fevereiro, ANAV – Campeonatos Nacionais de Veteranos de Pista Coberta, Braga. 24/2, 3000 m masculinos, geral M35 a M50: 1.º, Manuel Marques (A Jardim da Serra), 13.08,01 – 1.º M45; 2.º, Augusto Cardoso (ACR Senhora do Desterro), 14.00,93 – 1.º M50; 3.º, Luís Correia (Penta CC), 14.07,86 – 2.º M45 (13 participantes). M55+: 1.º, Pedro Martins (ACR Senhora do Desterro), 15.45,82 - 1.º M55; 2.º, Henrique Lavos (EA Moita Tejo), 16.28,87 – 2.º M55; 3.º, José Oliveira (CPR A-do-Barbas), 18.36,43 – 1.º M65 (10 participantes). 3000 m femininos, geral W35 e W45: 1.ª, Sandra Silva (AC Póvoa de Varzim), 15.16,32 – 1.ª W45; 2.ª, Felicidade Rosa (GD São Domingos), 15.30,35 – 2.ª W45; 3.ª, Carla Monteiro (individual/Guarda), 15.50,52 – 1.ª W40 (13 participantes). W50+: 1.ª, Júlia Sousa (EA Trofa), 16.45,79 – 1.ª W55; 2.ª, Filipa Morgado (EA Moita Tejo), 17.35,06 – 1.ª W50; 3.ª, Justina Pereira (CRD Santaluziense), 17.36,95 – 2.ª W50 (14 participantes).

2 e 3 de Março, Campeonatos Nacionais de Esperanças (sub-23) de Pista Coberta, Pombal. 2/3, 5000 m masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 19.51,63; 2.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 22.29,39; 3.º, Tiago Sucena (CA Marinha Grande), 23.04,33 (4 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 13.01,14; 2.ª, Adriana Viveiros (ADR Água de Pena), 13.04,54; 3.ª, Bruna Marques (Sl Benfica), 13.21,43 (8 participantes).

6 de Maio, Campeonatos Nacionais de Marcha em Estrada - 20 km, Rio Maior. 20 km masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 1.25.52 – 1.º sub-23 (6.º GP); 9.º, João Afonso Olim (Água de Pena), 1.34.03 (9.º GP); 3.º, Manuel Marques (A Jardim da Serra), 1.37.41 (11.º GP) – 10 participantes. 20 km femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 1.32.32 (5.ª GP); 2.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 1.34.21 – 1.ª sub-23 (6.ª GP); 3.ª, Carolina Costa (Sporting CP), 1.35.37 (8.ª GP) – 9 participantes.

4 de Maio, ANDDI Campeonatos Nacionais Individuais (Escalões) de Pista, Faro. 5000 m Seniores, masculinos: 1.º, Afonso Roll (Escola do Movimento), 31.23,31; 2.º, Alexandre Rodrigues (Santana Club), 34.19,32 (2 participantes). 1500 m Desenvolvimento, femininos: 1.ª, Ana Gomes (FC Madalena), 10.35,39; 2.ª, Érica Nunes (A Cristã da Mocidade), 10.36,00; 3.ª, Filipa Toste (A Cristã da Mocidade), 10.57,29 (5 participantes). 1500 m Síndrome de Down, masculinos: 1.º, Francisco Gouveia (C Desp. Os Especiais), 11.20,53; 2.º, Pedro Aléxis (Desp. Santa Clara), 12.50,47; femininos: 1.ª, Jennifer Nogueira (individual), 12.49,90; 2.ª, Daniela Tavares (Desp. Santa Clara), 14.12,59; 3.ª, Luísa Câmara (Desp. Santa Clara), 14.31,85 (4 participantes).

25 e 26 de Maio, FADU, Campeonatos Nacionais Universitários de Pista, Beja. 25/5, 10.000 m masculinos: 1.º, Tiago Sucena (IP Castelo Branco), 46.22,74; 2.º, Filipe Fernandes (AAU Algarve), 54.02,68; 3.º, Ricardo Opinião (AAU Beira Interior), 56.57,91 (5 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Bruna Marques (IP Porto), 49.19,46; 2.ª, Joana Pontes (IP Leiria), 52.17,58; 3.ª, Margarida Sá (AAU Beira Interior), 53.30,78 (6 participantes).

15 e 16 de Junho, ANAV, Campeonatos Nacionais de Veteranos de Pista, Vila Real de Santo António. 15/6, 3000 m masculinos – geral/escalão: 1.º, Augusto Cardoso (ACR Senhora do Desterro), 14.01,86 – 1.º M50; 2.º, Luís Gil (GD Estreito), 14.24,57 – 1.º M45; 3.º, Jaime Santos (GRECAS), 14.52,21 – 2.º M50 (21 participantes). 3000 m femininos – geral/escalão: 1.ª, Felicidade Rosa (GD São Domingos), 15.33,76 – 1.ª W45; 2.ª, Justina Pereira (CRD Santaluziense), 18.00,31 – 1.ª W50; 3.ª, Elisabete Silva (EA Moita Tejo), 18.04,20 – 2.ª W45 (25 participantes).

29 e 30 de Junho, Campeonatos de Portugal em Pista, Coimbra. 29/6, 10.000 m masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 40.41,93; 2.º, João Vieira (Sporting CP), 41.59,28; 3.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 45.01,83 (10 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 44.35,79; 2.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 47.33,08; 3.ª, Bruna Marques (SL Benfica), 48.19,09 (12 participantes).

6 e 7 de Julho, Campeonatos Nacionais de Juvenis (Sub-18), Beja. 6/7, 5000 m masculinos: 1.º, Afonso Nóbrega (A Jardim da Serra), 23.49,83; 2.º, Leandro Silva (SL Benfica), 23.55,59; 3.º, Celestino Pacheco (J Ilha Verde), 23.59,31 (7 participantes). 5000 m femininos: 1.ª, Isabel Luís (C Pedro Pessoa EA), 25.33,59; 2.ª, Helena Rodrigues (J Ilha Verde), 25.48,02; 3.ª, Ana Sofia Santos (C Pedro Pessoa EA), 26.10,45 (13 participantes).

13 e 14 de Julho, Campeonatos Nacionais de Clubes – I Divisão, Viseu. 13/7, 5000 m masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 20.42,04; 2.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 21.26,21; 3.º, Rui Coelho (SL Benfica), 21.39,69 (8 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Vitória Oliveira (SL Benfica), 12.35,89; 2.ª, Carolina Costa (Sporting CP), 13.35,69; 3.ª, Ana Monteiro (GD Estreito), 13.42,56 (8 participantes).

13 e 14 de Julho, Campeonatos Nacionais de Clubes – II Divisão, Viseu. 13/7, 5000 m masculinos: 1.º, Tiago Sucena (CA Marinha Grande), 23.04,29; 2.º, Sérgio Vieira (GR Eirense), 23.57,83; 3.º, João Pedro Vieira (CPT Sobral de Ceira), 24.12,01 (8 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Margarida Sá (GR Eirense), 14.45,13; 2.ª, Mara Ribeiro (JO Monte Abraão), 15.20,81; 3.ª, Andreia Sousa (GRECAS), 16.03,88 (8 participantes).

13 e 14 de Julho, Campeonatos Nacionais de Clubes – III Divisão, Abrantes. 13/7, 5000 m masculinos: 1.º, Augusto Cardoso (ACR Senhora do Desterro), 23.49,10; 2.º, Celestino Pacheco (J Ilha Verde), 24.39,70; 3.º, João Sustelo (C Areias de São João), 25.43.70 (7 participantes). 3000 m femininos: 1.ª, Isabel Luís (C Pedro Pessoa EA), 15.23,20; 2.ª, Lara Roque (AA Bela Vista), 15.34,80; 3.ª, Matilde Angélico (CA Marinha Grande), 15.53,10 (7 participantes).

20 e 21 de Julho, Campeonatos Nacionais de Esperanças (sub-23) de Pista, Lisboa (AL). 20/7, 10.000 m masculinos: 1.º, Tiago Ramos (Sporting CP), 41.54,98; 2.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 43.47,72; 3.º, Tiago Sucena (CA Marinha Grande), 45.14,03 (5 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Inês Mendes (SL Benfica), 49.03,21; 2.ª, Margarida Sá (GR Eirense), 50.23,42; 3.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 51.12,63 (6 participantes).

27 e 28 de Julho, Campeonatos Nacionais de Juniores (sub-20), Viana do Castelo. 27/7, 10.000 m masculinos: 1.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 45.49,05; 2.º, Leandro Silva (SL Benfica), 48.19,10; 3.º, David Ferreira (SCU Torreense), 50.22,38 (11 participantes). 10.000 m femininos: 1.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 50.16,44; 2.ª, Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro), 51.01,42; 3.ª, Samanta Zueva (4Run), 52.43,12 (6 participantes).


Principais eventos (entre outros)

13 de Janeiro, VIII Troféu «Jorge Costa», Olhão (org.: JF Quelfes e Ass. Jogos de Quelfes Portugal), 115 participantes de 10 clubes (vários escalões). 5 km masculinos: 1.º, Pedro Dias (CO Pechão), 23.03 – 1.º sub-23; 2.º, João Sustelo (C Areias de São João), 23.26; 3.º, Filipe Fernandes (CD Quarteira), 25.35 – 1.º sub-20 (17 participantes). 5 km femininos: 1.ª, Kate Veale (Irlanda), 22.41; 2.ª, Carolina Costa (Sporting CP), 23.16; 3.ª, Anett Torna (Hungria), 25.37 – 1.ª W35 (10 participantes). Classificação coletiva: 1.º, CO Pechão, 109 pontos; 2.º, CA Tunes, 80; 3.º, ADEC Tunes, 58.

21 de Janeiro, XIX Challenge de Leiria de Marcha Atlética (org.: ACRDC Sismaria e Leiria MA), 28 participantes de 12 clubes (vários escalões). 10 km absolutos masculinos: 1.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 48.37 – 1.º sub-20; 2.º, Luís Sousa (Suo Vais), 54.34 – 1.º M45; 3.º, José Oliveira (CPR A-do-Barbas), 1.09.14 – 1.º M65 (4 participantes). 10 km absolutos femininos: 1.ª, Joana Pontes (Leiria MA), 49.10; 2.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 51.49 – 1.ª sub-20.

27 e 28 de Janeiro, Meeting «Master Athletics 2024» Pista, Ribeira Brava. 27/1, 5000 m absolutos masculinos: 1.º, Gianni Siragusa (ASD Podistica Carsulae/Terni - Itália), 28.18,85 – M55; 2.º, Franco Venturi Degli Esposti (U.S. Scanzorosciate, Itália), 31.32,02 – M65; 3.º, Francisco Mimoso (CA Galinheiras), 43.47,53 – M65 (4 participantes). 3000 m absolutos femininos: 1.ª, Maria Orlete Mendes (CA Galinheiras), 19.20,60 – W70 (2 participantes, 1 desclassificada).

25 de Fevereiro, Campeonatos de Espanha de Marcha em Estrada (20 km / ...), Saragoça, Espanha. 20 km masculinos: 1.º, Paul McGrath (Cornellà At.), 1.17.55 (...) João Vieira (Portugal), desistente (59 participantes). 20 km femininos: 1.ª, Cristina Montesinos (Piélagos), 1.28.43 (...) 9.ª, Carolina Costa (Portugal), 1.36.02 (...) 19.ª, Joana Pontes (Portugal), 1.41.09 (56 participantes).

16 de Março, Grande Prémio de Marcha de Dudince, Eslováquia. 20 km femininos: 1.ª, Evelyn Inga (Peru), 1.27.42 (...) 15.ª, Inês Mendes (Portugal), 1.35.33; 22.ª, Joana Pontes (Portugal), 1.38.50 (33 participantes).

10 de Março, Encontro Ibérico em Estafeta Olímpica, Valência, Espanha. 1.º, Álvaro Martín / Laura García-Caro (Espanha), 2.57.04; 2.º, Paul McGrath / Cristina Montesino (Espanha), 2.57.33; 3.º, Miguel Ángel López / Antia Chamosa (Espanha), 2.57.53 (...) 8.º, João Vieira / Vitória Oliveira (Portugal), 3.10.50 (...) 10.º, Rui Coelho / Inês Mendes (Portugal), 3.16.52 (13 participantes).

6 de Abril, Grande Prémio de Marcha de Podebrady, República Checa. 20 km masculinos: 1.º, Perseus Karlström (Suécia), 1.18.22 (...) 11.º, João Vieira (Portugal), 1.22.27 (...) 38.º, Rui Coelho (Portugal), 1.25.52 (...) 44.º, Tiago Ramos (Portugal), 1.27.45 (96 participantes). 20 km femininos: 1.ª, Kimberly García León (Peru), 1.27.08 (...) 15.ª, Vitória Oliveira (Portugal), 1.32.39 (...) 22.ª, Carolina Costa (Portugal), 1.34.36 (...) Andreia Sousa (Portugal), desistente; Adriana Viveiros (Portugal), desistente; Bruna Marques (Portugal), desistente (80 participantes).

6 de Abril, Taça de Portugal de Marcha (estrada), Bombarral. 10 km seniores masculinos: 1.º, Tiago Sucena (CA Marinha Grande), 46.53; 2.º, Rúben Santos (Sporting CP), 49.05; 3.º, Flávio Ramalho (EA Moita Tejo), 53.17 (8 participantes). 10 km seniores femininos: 1.ª, Ana Monteiro (GD Estreito), 48.02; 2.ª, Alexandra Lamas (AF Salesianos), 56.09; 3.ª, Andreia Jesus (EA Moita Tejo), 1.00.24 (9 participantes). 10 km sub-20 masculinos: 1.º, Eduardo Camarate (Juventude Vidigalense), 45.19; 2.º, Filipe Fernandes (CD Quarteira), 52.47; 3.º, Afonso Duarte (SCU Torreense), 57.56 (4 participantes). 10 km sub-20 femininos: 1.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 53.42; 2.ª, Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro), 53.45; Inês Belbute (ACDR Arneirense), 1.02.00 (4 participantes). 5 km sub-18 masculinos: 1.º, David Ferreira (SCU Torreense), 23.32; 2.º, Celestino Pacheco (J Ilha Verde), 25.17; 3.º, Dinis Silva (EA Moita Tejo), 25.46 (7 participantes). 5 km sub-18 femininos: 1.ª, Helena Rodrigues (J Ilha Verde), 27.03; 2.ª, Ana Sofia Santos (C Pedro Pessoa EA), 27.28; 3.ª, Matilde Angélico (CA Marinha Grande), 28.09 (20 participantes). Vencedores coletivos, masculinos: EA Moita Tejo, 34 pontos; femininos: EA Moita Tejo, 46 pontos.

28 de Abril, I Meeting da Liberdade em Marcha Atlética, Barreiro (org.: GDR Verderena e AsAS), 64 participantes de 13 clubes (vários escalões). 10 km absolutos masculinos: 1.º, Filipe Fernandes (CD Quarteira), 53.31 – 1.º sub-20; 2.º, Diogo Santos (C Pedro Pessoa EA), 57.43 – 2.º sub-20 (3 participantes, 1 desistente). 10 km absolutos femininos: 1.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 53.05 – 1.ª sub-20; 2.ª, Ana Leonor (GDR Verderena), 54.57; 3.ª, Felicidade Rosa (GD São Domingos), 56.35 (6 participantes). Classificação coletiva: 1.º, GDR Verderena, 59 pontos; 2.º, GD São Domingos, 41; 3.º, C Pedro Pessoa EA, 17.

11 de Maio, XXXI Grande Prémio Internacional de Rio Maior (org.: DESMOR/CMRM e CNRM). 20 km masculinos: 1.º, Brian Daniel Pintado (Equador), 1.19.57; 2.º, César Augusto Rodríguez (Peru), 1.20.47; 3.º, Marc Tur (Espanha), 1.21.09 (20 participantes). 20 km femininos: 1.ª, Kimberly García León (Peru), 1.30.35; 2.ª, Alejandra Ortega (México), 1.30.40; 3.ª, Erica Sena (Brasil), 1.31.17 (17 participantes).

18 de Maio, XXXVII Grande Prémio Internacional Cantones de A Coruña - Troféu «Sergio Vázquez», Corunha, Espanha. 20 km masculinos: 1.º, Toshikazu Yamanishi (Japão), 1.17.47 (...) 74.º, Hélder Santos (Portugal), 1.28.46 (101 participantes). 20 km femininos: 1.ª, Kimberly García León (Peru), 1.26.41; 2.ª, Alegna González (México), 1.26.57; 3.ª, Hong Liu (China), 1.27.11 (...) Joana Pontes (Portugal), desistente (73 participantes). 10 km sub-20 masculinos: 1.º, Hugo Ellul (França), 42.52 (...) Eduardo Camarate (Portugal), desistente (13 participantes). 10 km sub-20 femininos: 1.ª, Griselda Serret (Espanha), 48.08 (...) 4.ª, Samanta Zueva (Portugal), 50.41; 5.ª, Gabriela Santos (Portugal), 51.22 (...) Isa Ferreira (Portugal), desistente. Troféu Memorial «Josefina Romero», 5 km sub-18 masculinos: 1.º, Oriol López (Espanha), 23.12; 2.º, Dadid Ferreira (Portugal), 24.08 (...) 5.º, Afonso Duarte (Portugal), 26.46.

18 e 19 de Maio, 41.º Torneio Olímpico Jovem, Lagoa. 19/5, 4000 m sub-16 masculinos: 1.º, Hugo Filipe (Algarve), 22.13,12; 2.º, Vicente Figueiredo (Santarém), 22.45,18; 3.º, Francisco Gregório (Leiria), 24.24,18 (11 participantes). 4000 m sub-16 femininos: 1.ª, Helena Rodrigues (Açores), 21.03,85; 2.ª, Ana Sofia Santos (Setúbal), 21.40,89; 3.ª, Isabel Laginhas (Guarda), 22.17,29 (17 participantes).

25 de Maio, «Záhorácka Dvadsiatka», Borský Mikuláš, na Eslováquia. 20 km femininos: 1.ª, Sofia Ramos Rodríguez (México), 1.31.32 (...) Inês Mendes (Portugal), desistente (13 participantes); 10 km femininos: 1.ª, Eliška Martínková (República Checa), 43.24 (...) 8.ª, Ana Monteiro (Portugal), 47.15 (13 participantes).

13 de Julho, Torneio Internacional Atletismo Master "Cidade de Coimbra/St.º António Olivais" (org.: CluVe). 3000 m absolutos masculinos: 1.º, David Sánchez Montoya (CA Mazarefes), 14.57,65 – 1.º M35; 2.º, José Oliveira (CPR A-do-Barbas), 19.22,44 – 1.º M65; 3.º, José Piçarra (UA Povoense), 20.50,21 – 2.º M65 (5 participantes). 3000 m absolutos femininos: 1.ª, Felicidade Rosa (GD São Domingos), 16.21,67 - 1.ª W45; 2.ª, Ana Macedo (UA Povoense), 18.37,40 - 1.ª W50; 3.ª, Sandra Campos (C Spiridon de Gaia), 20.00,97 - 2.ª W45 (8 participantes).

26 de Outubro, Meeting Internacional de Marcha Atlética da Lusácia, Zittau, Alemanha. 20 km masculinos: 1.º, João Vieira (POR - Sporting Clube de Portugal), 1.24.06; 2.º, Ellis Batifol (FRA - ASVEL Athlétisme), 1.27.51; 3.º, Lucas Dreville (FRA - VGA Compiègne), 1.29.24 (11 participantes).

26 de Outubro, XX Légua de Santo António dos Cavaleiros - Loures (org.: GD São Domingos), 142 participantes de 22 clubes (vários escalões). 5 km absolutos masculinos: 1.º, Víctor Manuel Castro Mateo (CA Extremadura, Espanha), 23.23 / 1.º vet. I; 2.º, Álvaro Danta Durán (CA Extremadura, Espanha), 23.44 / 1.º sénior; 3.º, Afonso Duarte Rodrigues (SC União Torreense), 25.27 / 1.º sub-20 (10 participantes). 5 km absolutos femininos: 1.ª, Isa Ferreira (Juventude Vidigalense), 25.58 / 1.ª sub-20; 2.ª, Kristina Saltanovič (GDS São Domingos), 26.43 / 1.ª vet. II; 3.ª, Felicidade Rosa, 1979 (CA Galinheiras), 28.08 / 2.ª vet. II (26 participantes). Classificação colectiva: 1.º, GD São Domingos, 164 pontos; 2.º, EA Moita Tejo, 148; 3.º, CA Extremadura/Espanha, 101.

2 de Novembro, XXXI Grande Prémio das Galinheiras, XXIII Légua, Alta de Lisboa - estrada (org.: CA Galinheiras), 121 participantes de 26 clubes (vários escalões). 5000 m absolutos masculinos: 1.º, Amaro Teixeira (AC Póvoa de Varzim), 23.40,75 - 1.º vet. I; 2.º, David Ferreira (SC União Torreense), 23.54,35 - 1.º sub-18; 3.º, Fábio Proença (ACR Senhora do Desterro), 24.39,62 - 1.º sénior (21 participantes). 5000 m absolutos femininos (p1+p5): 1.ª, Vera Santos (SC Braga), 25.28,78 - 1.ª vet. II; 2.ª, Ana Leonor (GDR da Verderena), 26.25,54 - 1.ª sénior; 3.ª, Kristina Saltanovič (GDS São Domingos), 26.54,21 - 1.ª vet. III (23 participantes). Classificação colectiva: 1.º, EA Moita Tejo, 182 pontos; 2.º, GD São Domingos, 139; 3.º, ACR Mealhada, 81.

16 de Novembro, 1.º Troféu de Marcha Atlética da Vila da Moita, Moita (org.: EA Moita Tejo), 144 participantes de 23 clubes (vários escalões). 5 km absolutos masculinos: 1.º, Victor Castro Mateo (CA Extremadura), 23.08 - 1.º M40; 2.º, Guilherme Rodrigues (Sporting CP), 23.26 - 1.º sub-23; 3.º, Álvaro Danta Durán (CA Extremadura), 23.48 - 1.º sénior (31 participantes). 5 km absolutos femininos: 1.ª, Ana Monteiro (GD Estreito), 23.39; 2.ª, Isabel Luís (C Pedro Pessoa EA), 26.41 - 1.ª sub-20; 3.ª, Gabriela Santos (ACR Senhora do Desterro), 26.44 - 2.ª sub-20 (35 participantes). Classificação colectiva: 1.º, EA Moita Tejo, 270 pontos; 2.º, GD São Domingos, 143; 3.º, ACR Mealhada, 99.


Identificação das imagens: uma das partidas das provas de marcha nos Europeus de Veteranos em Porto Santo, alguns dos atletas que triunfaram em diferentes campeonatos nacionais (João Vieira, Vitória Oliveira, em 2 ocasiões, Lara Roque, Gabriela Santos, Isa Ferreira e Tiago Ramos), as seleções nacionais no Campeonato do Mundo de Seleções de Marcha em Antália e no Encontro Ibérico em Valência, representantes nacionais nos Mundiais de Veteranos em Gotemburgo (Amaro Teixeira e Maria Orlete Mendes), nos Europeus Sub-18 em Banská Bystrica (Leandro Silva, Afonso Nóbrega, Isabel Luís e Matilde Angélico), nos Campeonatos do Mediterrâneo Sub-23 em Ismailia (Tiago Ramos e Inês Mendes), nos Mundiais Sub-20 em Lima (Eduardo Camarate), nos Europeus de Roma (Vitória Oliveira, Carolina Costa e Inês Mendes), e finalmente nos Jogos Olímpicos de Paris (Vitória Oliveira e Ana Cabecinha, esta a ser saudada por juízes no final da prova).